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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

O que diferentes paisagens da Floresta Atlântica nos mostram sobre a ocorrência de Discothyrea Roger, 1863 (Formicidae: Proceratiinae)?

Texto completo
Autor(es):
Claudia Tiemi Wazema [1] ; Victor Hideki Nagatani [2] ; Débora Rodrigues de Souza-Campana [3] ; Fabrício Severo Magalhães [4] ; Ricardo Sartorello [5] ; Maria Santina de Castro Morini [6]
Número total de Autores: 6
Afiliação do(s) autor(es):
[1] Universidade Mogi das Cruzes. Laboratório de Mirmecologia do Alto Tietê. Núcleo de Ciências Ambientais - Brasil
[2] Universidade Mogi das Cruzes. Laboratório de Mirmecologia do Alto Tietê. Núcleo de Ciências Ambientais - Brasil
[3] Universidade Mogi das Cruzes. Laboratório de Mirmecologia do Alto Tietê. Núcleo de Ciências Ambientais - Brasil
[4] Universidade Mogi das Cruzes. Laboratório de Mirmecologia do Alto Tietê. Núcleo de Ciências Ambientais - Brasil
[5] Universidade de Mogi das Cruzes. Laboratório de Mapeamento e Análise da Paisagem. Núcleo de Ciências Ambientais - Brasil
[6] Universidade Mogi das Cruzes. Laboratório de Mirmecologia do Alto Tietê. Núcleo de Ciências Ambientais - Brasil
Número total de Afiliações: 6
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Biota Neotropica; v. 20, n. 4 2020-09-18.
Resumo

Resumo: Discothyrea é um gênero composto por espécies predadoras especialistas, raramente registradas e com biologia pouca conhecida. A coleta de espécimes geralmente está associada à vegetação nativa preservada. Neste trabalho exploramos a paisagem de locais com ocorrência de Discothyrea, buscando incrementar o conhecimento sobre a história natural do gênero. Espécies de Discothyrea foram registradas em dez áreas de Mata Atlântica. A paisagem ao redor do local de ocorrência de cada espécie foi analisada, usando um buffer de 500 m. Classificamos a paisagem em heterogênea e homogênea de acordo com a porcentagem de área natural (vegetação nativa), urbana e rural. Encontramos 67 espécimes de Discothyrea; 59 de D. sexarticulata, em 88% dos fragmentos. E oito espécimes de D. neotropica, em 12% dos fragmentos. Nossos resultados mostram que D. sexarticulata pode ser encontrada em paisagens homogêneas e sob influência antrópica, com 0-51% de área rural e 0-68% de área urbana; e D. neotropica em paisagens heterogêneas, com presença dominante de vegetação nativa (entre 74-95%). Nossos resultados trazem um aporte de conhecimento à biologia de Discothyrea, principalmente em relação às adjacências do local de ocorrência. Além disso, nossos resultados indicam que estudos regionais são importantes ferramentas para o conhecimento da ecologia das espécies. (AU)

Processo FAPESP: 10/50973-7 - Diversidade de bactérias e de invertebrados e sua influência sobre a estrutura das comunidades de formigas de serapilheira em áreas de Mata Atlântica
Beneficiário:Maria Santina de Castro Morini
Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo FAPESP: 10/50294-2 - Estrutura das comunidades de formigas de serapilheira em cultivo extensivo de Eucalyptus grandis dunnii Maiden, em áreas de Mata Atlântica
Beneficiário:Maria Santina de Castro Morini
Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Regular
Processo FAPESP: 14/50280-2 - Variações morfológicas em formigas (Hymenoptera:Formicidae) no cultivo de cana de açúcar com diferentes formas de manejo
Beneficiário:Débora Rodrigues de Souza
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado