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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

Comparação entre duas abordagens diferentes de tratamento cirúrgico da insuficiência velofaríngea

Texto completo
Autor(es):
Renata Paciello Yamashita [1] ; Camila Tomazi Rissato [2] ; Rafaeli Higa Scarmagnani [3] ; Ana Paula Fukushiro ; Inge Elly Kiemle Trindade
Número total de Autores: 5
Afiliação do(s) autor(es):
[1] Universidade de São Paulo. Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais. Laboratório de Fisiologia - Brasil
[2] Universidade de São Paulo. Faculdade de Odontologia de Bauru - Brasil
[3] Universidade de São Paulo - Brasil
Número total de Afiliações: 5
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Audiol., Commun. Res.; v. 22, 2017-09-21.
Resumo

RESUMO Introdução A palatoplastia secundária com veloplastia intravelar (VI) pode ser realizada previamente ao retalho faríngeo (RF), para o tratamento cirúrgico da insuficiência velofaríngea em pacientes com fissura palatina. Esta abordagem cirúrgica tem como finalidade melhorar as condições velofaríngeas, evitando, assim, a indicação de um retalho faríngeo largo e seus efeitos indesejáveis sobre a respiração. Objetivo Investigar os efeitos do retalho faríngeo realizado após a veloplastia intravelar para tratamento da insuficiência velofaríngea sobre a nasalidade e a respiração. Métodos Análise dos resultados pós-cirúrgicos da nasalidade de fala e da respiração de 50 indivíduos com fissura de palato reparada e insuficiência velofaríngea, sendo 23 submetidos ao retalho faríngeo após a veloplastia intravelar (Grupo VI+RF) e 27 submetidos unicamente ao retalho faríngeo (Grupo RF). A nasalidade foi determinada pela nasometria e o efeito da cirurgia sobre a respiração foi analisado pela medida da área de secção transversa mínima nasofaríngea, obtida pela técnica fluxo-pressão e pelo levantamento das queixas respiratórias, utilizando questionário específico. A comparação estatística entre os grupos foi realizada por meio do teste Mann-Whitney e teste t de Student, considerando significante o valor de p<0,05. Resultados Verificou-se que não houve diferença entre os grupos para os resultados de nasalidade, da medida da área nasofaríngea e do levantamento de queixas respiratórias. Conclusão Ambas as abordagens para tratamento cirúrgico da insuficiência velofaríngea mostraram resultados equivalentes, no que se refere à eliminação da hipernasalidade, bem como à condição da respiração, sugerindo que a realização do retalho faríngeo após a veloplastia intravelar não levou a melhores resultados de ressonância de fala e não favoreceu a respiração. (AU)

Processo FAPESP: 14/19417-1 - Veloplastia intravelar prévia ao retalho faríngeo: resultados de fala
Beneficiário:Camila Tomazi Rissato
Modalidade de apoio: Bolsas no Brasil - Iniciação Científica