Busca avançada
Ano de início
Entree

Alexandre Barbosa Pereira

CV Lattes ResearcherID ORCID Google Scholar Citations


Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Alexandre Barbosa Pereira é professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), credenciado no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unifesp. Possui mestrado e doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP). Graduou-se em Ciências Sociais (Bacharelado e Licenciatura) pela Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador associado ao Laboratório do Núcleo de Antropologia Urbana da USP, ao Grupo de Pesquisas Visuais e Urbanas da UNIFESP e ao Laboratório Interdisciplinar de Ciências Humanas, Sociais e Saúde da UNIFESP. Membro fundador da Rede de Estudos sobre Experiências e Ações Juvenis (REAJ). Desenvolve pesquisas nas áreas de Antropologia Urbana, Antropologia da Educação e Antropologia da Juventude, sobre os seguintes temas: práticas culturais juvenis, espaço urbano e escolarização. Autor dos livros: A Maior Zoeira na Escola: Experiências Juvenis na Periferia de São Paulo (Finalista do Prêmio Jabuti 2017) e Um rolê pela cidade de riscos: leituras da piXação em São Paulo. (Fonte: Currículo Lattes)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o(a) pesquisador(a)
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)
Auxílios à pesquisa
Bolsas no país
Apoio FAPESP em números * Quantidades atualizadas em 14/05/2022
Colaboradores mais frequentes em auxílios e bolsas FAPESP
Contate o Pesquisador

Este canal da BV/FAPESP deve ser utilizado tão somente para mensagens, referentes aos projetos científicos financiados pela FAPESP.


 

 

 

 

Palavras-chave utilizadas pelo pesquisador
Videos relacionados aos auxílios à pesquisa e bolsas

Como o pixo tensiona a arte


Publicado em 06 de agosto de 2018 - Pesquisa FAPESP. O antropólogo da Unifesp, Alexandre Pereira, fala sobre o movimento de pichação em São Paulo e de como daí surgiu uma linguagem própria que passou a integrar e confrontar circuitos artísticos no mundo.

Por favor, reporte erros na informação da página do pesquisador escrevendo para: cdi@fapesp.br.
X

Reporte um problema na página


Detalhes do problema: