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Alvaro Penteado Crósta

CV Lattes ORCID


Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Geociências (IG)  (Instituição Sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

ALVARO PENTEADO CRÓSTA é Professor Titular (aposentado) do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas, Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências, da Academia de Ciências do Estado de São Paulo e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Foi Coordenador Geral (Vice-Reitor) da UNICAMP no período 2013-2017. Membro eleito do Council da Meteoritical Society (2023-2025). Membro do Nominating Committe da Society of Economic Geologists (SEG - 2023-2024), Membro do Conselho Científico e Cultural do Instituto de Estudos Avançados da Unicamp (IdEA - 2022).Graduou-se em Geologia pela USP em 1977, concluiu o mestrado no Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) em 1982 e o doutorado no Imperial College, Londres, em 1990. Realizou estágios como Pesquisador Visitante junto ao Desert Research Institute, Universidade de Nevada, Reno, entre 1995-1996, na Universidade de Viena (Áustria) em 2011, na Universidade Humboldt (Berlim, Alemanha) também em 2011, e no Jet Propulsion Laboratory (NASA/CalTech), em Pasadena, CA, EUA, entre 2018/2019.No Instituto de Geociências da UNICAMP exerceu as funções de Chefe de Departamento, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geociências, Coordenador de Pós-Graduação e Diretor. Na administração superior da UNICAMP foi Chefe-Adjunto de Gabinete do Reitor e Pró-Reitor de Desenvolvimento Universitário. Suas áreas de atuação acadêmica são Sensoriamento Remoto e Exploração Mineral e Geologia Planetária/Crateras Meteoríticas. É membro do Grupo de Pesquisa em Geotecnologias da UNICAMP. Atuou na Comissão da Área de Geociências da CAPES de 2002 a 2013, tendo sido Coordenador-adjunto no período 2008-2010 e Coordenador de Área no período 2011-2013.Integrou o Comitê Executivo do Programa IODP Brasil (International Ocean Discovery Program), por indicação da Presidência da CAPES (2015-2019). É membro do Comitê de Assessoramento de Geociências (CA-GC) do CNPq, no período 02015/2018 e 2021/2024.Eleito Fellow da Society of Economic Geologists (SEG) em 2010 e, nesse mesmo ano, recebeu o prêmio Regional Vice President Lecturership da SEG. Foi ainda membro do Distinguished Lecturer Committee da SEG (2011-2013). Entre 2011 e 2013 foi Vice-Presidente Regional da SEG para a América do Sul.É atualmente Editor Associado da Economic Geology (SEG), do Brazilian Journal of Geology. Foi Associate Editor do Geological Society of America Bulletin (2010-2016).Foi membro do Barringer Medal and Award Selection Committee da Meteoritical Society (2012-2016). Foi representante do Brasil (CAPES) no JOIDES Resolution Facility Board, do International Ocean Discovery Program (IODP) (2016-2017).Recebeu por duas vezes (1994 e 2019) o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Zeferino Vaz da UNICAMP. Em 2010 foi homenageado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA-SP) com o Diploma de Mérito. Como orientador, recebeu a Menção Honrosa do Prêmio CAPES da Área de Geociências em 2008 e o Prêmio CAPES da mesma área em 2013. (Fonte: Currículo Lattes)

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Un superimpacto en Titán 
Um superimpacto em Titã 
Em Plutão, mais rochas e menos gelo 
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SP Pesquisa - Grandes Extinções - 2º Bloco


Publicado em 23 de maio de 2015 - SP Pesquisa - Grandes Extinções - 2º Bloco. A vida existe na Terra há cerca de 4 bilhões de anos. Mas, de tempos em tempos, um grande cataclismo acontece e quase todas as espécies são extintas. Os cientistas conhecem seis grandes episódios desse tipo no passado terrestre, e o mais agressivo deles - ocorrido 250 milhões de anos atrás - pode ter começado na região de Araguainha, em Mato Grosso. A descoberta, que ainda precisa de mais evidências científicas para ser ratificada, foi feita por um grupo internacional de pesquisadores, com marcante participação brasileira (financiada pela FAPESP). A equipe do SP Pesquisa conversou com os pesquisadores envolvidos na pesquisa. Também é tema do programa a mais recente grande perda de espécies acontecida no continente americano: a da megafauna terrestre. Criaturas como tigres dente-de-sabre, mamutes, preguiças-gigantes e tatus-gigantes existiam até bem pouco tempo atrás, mas sumiram de 15 mil anos para cá. O que aconteceu? Especula-se que o homem, recém-chegado ao continente americano, pode ter tido um papel nisso. O SP Pesquisa acompanha a investigação nas tocas de algumas dessas criaturas gigantes.

A busca por sinais de vida em uma lua de Saturno


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