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Luís Fábio Silveira

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Universidade de São Paulo (USP). Museu de Zoologia (MZ)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Biólogo, concluiu em 2003 o doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade de São Paulo. É Vice-Diretor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), Curador das Coleções Ornitológicas do MZUSP, curador interino da coleção de Mastozoologia do MZUSP e professor colaborador no Departamento de Zoologia da USP. É pesquisador Nível 1A do CNPq e Professor Associado nível 3. Editor-associado dos periódicos Avian Systematics, Ornithological Research, Zoologia, Papeis Avulsos de Zoologia, Biota Neotropica e Iheringia. É também membro do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO), Pesquisador Associado da World Pheasant Association (UK) e membro do Galliformes e do Anseriformes Specialists Group, da IUCN. Publicou 202 artigos científicos em periódicos arbitrados, 19 livros, 95 capítulos de livros e possui mais de 170 apresentações em congressos no Brasil e no exterior. Já recebeu dezesseis prêmios ou homenagens por trabalhos ou projetos desenvolvidos em parceria com outros colegas. Atua como assessor ad hoc para órgãos de fomento estaduais (FAPESP), nacionais (e. g. CNPq) e internacionais (e. g. FONCyt, Argentina) e para 53 revistas científicas do Brasil e do exterior. Orienta alunos de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado, além de supervisionar pós-doutorandos. Já orientou 28 Dissertações de Mestrado, 11 teses de Doutorado, 5 Pós-doutorados e 22 Iniciações Científicas. Possui 72 orientações concluídas (IC, MS, DR e Pós-Doc). Ministra, em colaboração com colegas, três disciplinas na graduação e duas na pós-graduação, sendo orientador credenciado pelos programas de Pós-graduação do Museu de Zoologia, do Departamento de Zoologia da USP e do Programa de Conservação de Fauna da Universidade Federal de São Carlos e a Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Atualmente coordena dez projetos de pesquisa. Os projetos desenvolvidos no laboratório são (ou foram) apoiados pelo CNPq, CAPES, FAPESP, Conservação Internacional, Fundação Moore e Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. Atua principalmente nas áreas de sistemática, taxonomia e conservação de aves neotropicais. É Vice-Diretor do MZUSP e foi Diretor-Científico do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP). Foi Presidente da Comissão de Pesquisa do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP) e é Presidente dos Conselhos Superior e Orientador da FPZSP, Primeiro Secretário da Sociedade Brasileira de Zoologia (SBZ) e representou o Ministério do Meio Ambiente junto ao Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal (CONCEA), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC). Possui experiência com Sistemática, Taxonomia e Conservação de Aves Neotropicais e também desenvolve projetos de reintrodução e manejo ex-situ de espécies ameaçadas, como o mutum-de-alagoas, o bicudo, o pato-mergulhão e a ararajuba. Contato: lfs@usp.br (Fonte: Currículo Lattes)

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Videos relacionados aos auxílios à pesquisa e bolsas

SP Pesquisa - Ornitologia no Brasil - 1º Bloco


Publicado em 12 de abril de 2015 - SP Pesquisa - Ornitologia no Brasil - 1º Bloco. O programa observa ornitólogos que estudam aves brasileiras. O que não é pouca coisa, já que o Brasil é o segundo país em número de espécies de aves conhecidas e descritas pela ciência. O São Paulo Pesquisa visita uma dessas coleções de pássaros que está no Museu de Zoologia da USP e conversa com pesquisadores sobre a maneira de classificar espécies. Também falamos com a ornitóloga Elisabeth Hofling, que estuda anatomia de aves neotropicais e aves da metrópole de São Paulo; Pauline Provini, que observa a anatomia das pernas dos pássaros na busca de entender a origem do voo; e ainda com Thalita da Cunha Pires, que debruça-se sobre siringes para saber mais sobre o canto das aves.

As novas aves da Amazônia


Publicado em 06 de agosto de 2013 - Pesquisa FAPESP. A apresentação de 15 novas espécies de aves da Amazônia brasileira é maior descoberta, em termos quantitativos, da ornitologia nacional desde o século XIX. O primeiro passo foi levantar quais as áreas da floresta seriam as mais promissoras em abrigar novas espécies. "Desde 1999, eu tenho trabalhado na região entre os rios Madeira e Tapajós, porque essa parte da Amazônia Central, por mais difícil que possa se imaginar, é uma área muito pouco conhecida", comenta o ornitólogo Bret Whitney, pesquisador do Museu de Ciência Natural da Universidade Estadual da Louisiana e principal coordenador da empreitada. Para a identificação de novos animais, de acordo com os pesquisadores, o trabalho de observação em campo é essencial porque ele abre caminho para outras análises. "Temos incluído em nossas análises as comparações vocais. A gente sabe que as aves se comunicam através dos cantos, então diferenças também sugerem que são espécies distintas", explica Luís Fábio Silveira, curador do setor de ornitologia do Museu de Zoologia da USP, um dos coordenadores da iniciativa.

Esses passarinhos mostram como surgem espécies


Publicado em 05 de julho de 2021 - Pesquisa FAPESP. O ornitólogo Luís Fábio Silveira, curador das coleções de aves do Museu de Zoologia da USP, explica como os estudos com caboclinhos ajudam a entender sua diversificação por meio da evolução.

Publicações acadêmicas

(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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