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Manejo do solo, doses de nitrogênio e inoculação de Azospirillum brasilense em arroz de terras altas irrigado por aspersão sobre diferentes coberturas vegetais

Texto completo
Autor(es):
Douglas de Castilho Gitti
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: Ilha Solteira. 2019-10-29.
Instituição: Universidade Estadual Paulista (Unesp). Faculdade de Engenharia. Ilha Solteira
Data de defesa:
Orientador: Orivaldo Arf
Resumo

Com o objetivo de avaliar a influência dos sistemas de manejo do solo, doses de nitrogênio em cobertura e da inoculação de sementes com Azospirillum brasilense no arroz de terras altas cultivado após diferentes coberturas vegetais sobre as características agronômicas e componentes de produção da cultura do arroz de terras altas, o trabalho foi desenvolvido, durante os anos agrícolas de 2011/12 e 2012/13 em área experimental da Fazenda de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Estadual Paulista, no município de Selvíria (MS). O solo do local é do tipo Latossolo Vermelho-Escuro de textura argilosa, sob vegetação de cerrado. O trabalho é constituído por três subprojetos envolvendo sistemas de manejos do solo, doses de nitrogênio e, presença e ausência de inoculação de sementes com A. brasilense sobre as coberturas vegetais milheto (subprojeto 1), crotalária (subprojeto 2) e o consórcio milheto + crotalária (subprojeto 3). Pode-se concluir que, a massa seca da parte aérea do arroz aumentou com a inoculação de sementes com A. brasilense em função da cobertura vegetal e do manejo do solo. Houve redução do número de panículas por m2 reduziu nas doses 0 e 80 kg ha-1 de nitrogênio em sucessão ao milheto, e aumento na dose de 120 kg ha-1 em sucessão a crotalária e o milheto + crotalária. A massa de 100 grãos aumentou com a inoculação de sementes em sucessão ao milheto na dose de 40 kg ha-1 de nitrogênio. A produtividade aumentou linearmente pela maior disponibilidade de nitrogênio em cobertura, independente do manejo do solo e da cobertura vegetal. Em sucessão ao milheto não houve influencia da inoculação de sementes, porém, em sucessão a crotalária e o milheto + crotalária, maiores produtividades são obtidas no SPD e com doses de nitrogênio de 80 e 120 kg ha-1 (AU)

Processo FAPESP: 11/21250-0 - Manejo do solo, doses de nitrogênio e inoculação de Azospirillum brasilense em arroz de terras altas irrigado por aspersão sobre diferentes coberturas vegetais.
Beneficiário:Douglas de Castilho Gitti
Modalidade de apoio: Bolsas no Brasil - Doutorado