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Características audiológicas relacionadas ao baixo peso, prematuridade, anóxia/hipóxia e infecções congênitas ao nascimento: da triagem auditiva neonatal ao diagnóstico

Texto completo
Autor(es):
Gabriele Libano de Souza
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: Campinas, SP.
Instituição: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Ciências Médicas
Data de defesa:
Membros da banca:
Maria Francisca Colella Santos; Alessandra Spada Durante; Maria Cecilia Marconi Pinheiro Lima
Orientador: Maria Francisca Colella Santos
Resumo

Esta pesquisa teve por objetivo analisar a relação entre os Indicadores de Risco para a Perda Auditiva e os resultados obtidos na Triagem Auditiva e no Diagnóstico Audiológico de lactentes que permaneceram na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal - UTIN. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da Instituição (protocolo 1085/2009). Trata-se de um estudo de Corte do tipo transversal. A amostra constituiu-se pelos neonatos que permaneceram por mais de 48 horas internados na UTIN, no período de agosto/2012 a janeiro/2014. Esses lactentes realizaram a Triagem Auditiva Neonatal por meio de Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico ¿ Automático, modelo MADSEN AccuScreen ® GN Otometrics, preferencialmente antes da alta hospitalar. Os lactentes apresentavam resultados normais para a Triagem Auditiva quando passavam ao estímulo clique a 35 dB bilateralmente. Apenas os recém-nascidos que falharam no teste e reteste da Triagem Auditiva foram submetidos à avaliação audiológica, esta constituída por Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico, Emissões Otoacústicas Evocadas por estímulo Transiente e Imitanciometria. Os recém-nascidos que passaram na Triagem Auditiva, porém apresentavam Indicadores de Risco para Perda Auditiva foram encaminhados para monitoramento auditivo e de linguagem. Informações referentes às condições de nascimento, e procedimentos realizados durante o período de internação, foram coletadas em prontuários. Para a análise estatística utilizou-se o Teste Qui-quadrado, Teste Exato de Fisher e Odds Ratio, o nível de significância adotado foi de 0,05. O estudo foi composto por 690 nascidos vivos. Destes, 84,64% realizaram a Triagem Auditiva, e o índice de falha na triagem foi 3,42%. A prevalência de perda auditiva na pesquisa foi 2,05%. Ao analisar a associação dos resultados de falha na Triagem Auditiva e os Indicadores de Risco para Perda Auditiva foi encontrado p-valor inferior a 0,05 para os seguintes indicadores: uso de ventilação mecânica, anomalia craniofacial e síndrome genética. Os indicadores de risco: anomalia craniofacial e síndrome genética tiveram significativa influência sobre o resultado de perda auditiva (AU)

Processo FAPESP: 12/19845-8 - Características Audiológicas Relacionadas ao Baixo Peso, Prematuridade, Anóxia/Hipóxia e Infecções Congênitas ao Nascimento: Da Triagem Auditiva Neonatal ao Diagnóstico
Beneficiário:Gabriele Libano de Souza
Modalidade de apoio: Bolsas no Brasil - Mestrado