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Estudo da competência vetorial e da longevidade em populações de Aedes (Stegomyia) albopictus (Skuse) do estado de São Paulo, infectadas com os vírus da Dengue e da Encefalomielite Eqüina Venezuelana

Processo: 99/07578-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 1999
Vigência (Término): 30 de junho de 2003
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Oswaldo Paulo Forattini
Beneficiário:Zoraida Del Carmen Fernandez Grillo
Instituição Sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Arbovirus   Vírus da dengue   Encefalomielite equina   Aedes albopictus
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aedes Albopictus | Arbovirus | Competencia Vetorial | Dengue-1 | Longevidade | Vee

Resumo

Aedes (Stegomyia) albopictus é espécie provavelmente de origem asiática que se dispersou e estabeleceu em todos os Continentes exceto o Antártico. Esta espécie é altamente antropófila, tem a capacidade de colonizar ambientes silvestres e urbanos, e tem grande importância na saúde pública por ser vetor de diferentes agentes patogêneos de interesse epidemiológico. Estudos realizados com populações de Ae. albopictus das Américas do Norte e Sul têm demonstrado a competência vetorial desta espécie para transmitir 18 arbovírus. No Brasil, populações coletadas no estado de Espírito Santo, são competentes para transmitir o vírus da Dengue (1,2,3 e 4), o da Febre Amarela e o do subtipo 1A do vírus da Encefalomielite eqüina venezuelana (VEE). No entanto, outras populações devem ser avaliadas, pois a competência vetorial é uma característica que pode ser alterada por fatores ambientais, sociais e biológicos associados ao vírus e ao vetor. Considerando a elevada prevalência do vírus dengue-1 no Brasil e a proximidade de regiões onde têm acontecido epidemias produzidas pelo subtipo 1C do vírus VEE, serão realizados estudos de competência vetorial para estes arbovírus, em populações de Ae. albopictus coletadas no Estado de São Paulo. Acredita-se que os arbovírus não produzem alterações patológicas nos mosquitos vetores. No entanto, outros estudos ao respeito devem ser realizados. Portanto, será avaliado o efeito da infecção pelo vírus da VEE e da dengue sobre a longevidade de fêmeas de Ae. albopictus. Além disso, no Brasil, não têm sido reportados dados sobre a longevidade dessa espécie sob condições de laboratório. Esse estudo será realizado e o efeito da alimentação sobre a longevidade será avaliado. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ZORAIDA FERNÁNDEZ; OSWALDO PAULO FORATTINI. Sobrevivência de populações de Aedes albopictus: idade fisiológica e história reprodutiva. Revista de Saúde Pública, v. 37, n. 3, p. 285-291, . (99/10517-1, 99/07578-9)
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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