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Estudo do desenvolvimento de Rosa sp. Tineke e Versilia provenientes de mudas estaquaeadas e enxertadas sobre diferentes porta-enxerto

Processo: 00/01247-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2000
Vigência (Término): 30 de abril de 2002
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Floricultura, Parques e Jardins
Pesquisador responsável:Kathia Fernandes Lopes Pivetta
Beneficiário:Patricia Unger Cesar Pizetta
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Estaquia   Rosa   Flores   Floricultura   Cultivo de plantas

Resumo

O cultivo de rosas tem apresentado grande desenvolvimento principalmente na última década, representando, aproximadamente, 60% do valor da produção da floricultura do Estado de São Paulo. A produtividade de uma roseira depende de uma série de fatores, sendo um dos mais importantes, a escolha de uma boa muda. As mudas de roseira de corte, até o momento, são obtidas, na sua maioria, por enxertia de variedades híbridas sobre portas-enxerto de roseiras mais primitivas, obtidos através do enraizamento de estacas. Estes portas-enxerto, na maioria dos casos, são de origem desconhecida e os produtores e viveiristas fazem referência aos mesmos somente pelo nome popular ou alguma característica como "com espinho", "sem espinho", "roxo", que são características comuns a vários portas-enxerto. Não se conhece no Brasil quais são exatamente os portas-enxerto utilizados nas principais regiões produtoras e as reais vantagens que os mesmos conferem à planta, se há ou não necessidade da sua utilização nas diferentes condições edafoclimáticas. O que se sabe, baseado em outras culturas, é que a utilização de diversos portas-enxerto pode representar maior segurança diante de problemas fitossanitários e proporcionar maior produtividade. Atualmente, mudas provenientes do enraizamento de estacas semi-herbáceas de variedades híbridas têm sido utilizada por muitos produtores. As vantagens e desvantagens dos dois processos são discutidas e até o momento não foram quantificadas e analisadas. Baseado então, na inexistência de pesquisas brasileiras que comprovem as vantagens que os portas-enxerto utilizados conferem à roseira, bem como, se a muda proveniente de enxerto ou estaca é superior, este trabalho tem como objetivo estudar o desenvolvimento e produtividade das plantas de dois cultivares, 'Tineke' e 'Versília', provenientes de mudas enxertadas sobre oito portas-enxerto utilizados no Brasil (Rosa multiflora 'Paulista', Rosa multiflora 'Japonês', Rosa multiflora 'Iowa', Rosa multiflora ‘Kopman’s’, Rosa indica x multiflora, Rosa indica ‘Mayor’, Rosa sp. ‘Natual Bier’, Rosa manetti) e também mudas provenientes de estacas herbáceas. (AU)

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