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Efeitos em longo prazo do tratamento com o regulador de função Rf-2: avaliação seis anos pós-contenção

Processo: 10/14997-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 05 de setembro de 2011
Vigência (Término): 04 de junho de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Ortodontia
Pesquisador responsável:Fernanda Angelieri
Beneficiário:Fernanda Angelieri
Anfitrião: James A. McNamara
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Instituto Metodista de Ensino Superior (IMS). São Bernardo do Campo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Michigan, Estados Unidos  
Assunto(s):Aparelhos ortodônticos funcionais   Má oclusão de Angle classe II   Ortopedia funcional dos maxilares   Retrognatismo   Estabilidade

Resumo

O Regulador de Função de Fränkel (RF-2) é indicado para o tratamento das más oclusões de Classe II devido à retrusão mandibular. Entretanto, seus efeitos esqueléticos são controversos, principalmente em relação ao aumento do comprimento mandibular. Além disso, poucos estudos avaliaram a estabilidade destes efeitos em longo prazo. O objetivo do presente estudo consistirá em avaliar as alterações esqueléticas e dentoalveolares promovidas pelo RF-2 e a permanência das mesmas decorridos 6,61 anos pós-contenção. Métodos: O grupo RF-2 é prospectivo, composto por 18 pacientes (10 meninos e 8 meninas), com má oclusão de Classe II, divisão 1, idade média inicial de 10,77 anos (T1), tratados exclusivamente com o Regulador de Função RF-2 durante 1,5 anos (T2), seguido do seu uso noturno durante 6 meses para contenção. Estes pacientes foram reavaliados após um período médio pós-contenção de 6,61 anos (T3). O grupo controle será composto por pacientes apresentando má oclusão de Classe II, não tratados, compatibilizado ao grupo experimental em relação à idade, sexo e maturação esquelética, obtidos a partir dos arquivos do Centro de Crescimento da Universidade de Michigan. Telerradiografias em norma lateral de ambos os grupos serão traçadas e avaliadas por meio de uma análise cefalométrica individualizada nas fases T1, T2 e T3. Para avaliar a compatibilidade cefalométrica inicial entre os grupos (T1) e comparar as alterações entre os dois grupos nos períodos do tratamento (T1-T2), pós-tratamento (T2-T3) e total (T1-T3), será utilizado o teste t de Student (p<0,05). (AU)

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