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O fantástico em Coraline: uma análise semiótica

Processo: 10/05953-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística
Pesquisador responsável:Jean Cristtus Portela
Beneficiário:Aline Aparecida dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Adaptação para cinema   Animação (computação gráfica)   Literatura infantojuvenil   Semiótica

Resumo

O escritor inglês Neil Gaiman tem uma vasta carreira em diversos gêneros da literatura e dos quadrinhos. Sua novela Coraline (2002) foi considerada um best-seller e recebeu diversas adaptações, entre elas versões para os quadrinhos (EUA, 2008, ilustrada por P. Craig Russelle) para um musical off Brodway (EUA, 2009). O objeto de análise escolhido para esta pesquisa foi a adaptação de Coraline para o cinema, Coraline e o mundo secreto (EUA, 2009), animação em stop motion dirigida por Henry Selick. Aos olhos do público em geral o filme se destaca por ser uma animação envolvente. Sob um olhar mais atento, Coraline e o mundo secreto torna-se um valioso objeto de estudo que retomou a técnica do stop motion ao mesmo tempo em que modernizou o gênero fantástico, geralmente dirigido para o público infanto-juvenil, mas que, nesse caso, atinge vários tipos de público. O objetivo desta pesquisa é analisar a animação com base na teoria semiótica de origem greimasiana, focando-se na narrativa que constitui o gênero fantástico, de modo a depreender as regularidades do gênero e as especificidades desse produto audiovisual.

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