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Avaliacao da proliferacao, dendricidade e melanogenese de celulas melan-a tratadas com extratos e fracoes de pothomorphe umbellata l l. minq.

Processo: 09/53038-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2009
Vigência (Término): 30 de setembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Christiane Pienna Soares
Beneficiário:Rochane Santos Tavares
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Pothomorphe umbellata   Melanogênese

Resumo

O vitiligo é uma desordem da pigmentação crônica e adquirida, caracterizada pela presença de máculas brancas na pele ou mucosas. As lesões surgem devido à diminuição/perda da função ou ausência dos melanócitos, as células de pigmentação da pele localizadas na epiderme. Muitas teorias foram propostas para explicar a etiopatogenia da doença, mas nenhuma delas explica satisfatoriamente; sugere-se que as teorias variem nos indivíduos, estejam interconectadas e até mesmo que o vitiligo seja considerado um modelo complexo ou síndrome. Um tratamento para vitiligo deve estimular pelo menos um dos processos de proliferação de melanócitos, migração para a epiderme, síntese de melanina e a transferência desta para os querátinócitos. O trabalho terá como objetivo, avaliar o efeito de extratos e frações de Pothomorphe umbellata, planta da diversidade brasileira muito empregada no uso popular; na proliferação, dendricidade e melanogênese de células de melanócitos de camundongo (linhagem celular melan-a), como modelo para melanócitos humanos. Assim, serão realizados: o ensaio do MTT, ensaio de sobrevivência clonogênica, análise da dendricidade em microscópio de contraste de fase e quantificação de melanina (medida da melanina produzida por espectrofotometria e comparação com curva de calibração construída com melanina sintética) que permitirão, respectivamente, identificar concentrações não citotóxicas a serem empregadas nos demais ensaios; verificar o efeito proliferativo dos tratamentos; analisar capacidade de alteração na dendricidade da célula e; verificar a habilidade dos tratamentos em influenciar na melanogênese. (AU)

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