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Tocqueville e os teóricos contemporâneos da Revolução Francesa

Processo: 10/08019-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2010
Vigência (Término): 31 de maio de 2012
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Teoria Política
Pesquisador responsável:Eunice Ostrensky
Beneficiário:Felipe Freller
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Liberdade   Democracia

Resumo

Encontramos na obra de Alexis de Tocqueville (1805 - 1859) uma formulação própria de uma questão que nos parece geral na linguagem política do século XIX: a distinção entre as esferas social e política. A esfera social é pensada por Tocqueville no contexto de uma teoria da sociedade global moderna, que tem como eixo o conceito de democracia. Já a esfera política tem como eixo o conceito de liberdade, sendo um de seus principais problemas a centralização administrativa. Nosso problema de pesquisa consiste em investigar como o autor francês articula as duas ordens de problema. Partindo de uma sugestão de François Furet segundo a qual O Antigo Regime e a Revolução (1856) representa um deslocamento teórico na obra de Tocqueville, por dar primazia ao político sobre o social, fazendo a sociedade civil aparecer como consequência de um ordenamento político, pretendemos verificar a hipótese de que esta obra apresenta um deslocamento no papel do conceito de centralização administrativa no sistema conceitual do autor: esta deixa de ser apenas uma preocupação política, recebendo também o status de causa histórica na explicação da Revolução Francesa.

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