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Matriz de relacionamento entre pequenos supermercados e fornecedores atacadistas

Processo: 06/03694-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 30 de setembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração de Empresas
Pesquisador responsável:Gessuir Pigatto
Beneficiário:Janaina Ferreira de Souza
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Tupã. Tupã , SP, Brasil
Assunto(s):Marketing de relacionamento   Canais de distribuição   Consumo   Comportamento do consumidor   Supermercados

Resumo

Dentro do atual contexto competitivo, começa a emergir um novo paradigma de gestão empresarial no qual, ao invés da visão tradicional de uma empresa competindo com outra, o novo espaço de competição está se deslocando para o canal de distribuição. Alterações no hábito de consumo da população e uma nova estrutura concorrencial, provocada pela concentração nos principais canais de distribuição, faz com que as empresas varejistas juntamente com seus fornecedores (indústria e atacado) busquem formas alternativas de atender o mercado e aumentar a sua competitividade. Novos padrões de relacionamento, onde a troca de informação e o objetivo de ganhos conjuntos se destacam, estão entre as estratégias adotadas por essas empresas. Dentro desse contexto, faz-se necessário identificar parâmetros que possam ser utilizados na avaliação dos resultados obtidos com o novo padrão de relacionamento adotado. A importância do trabalho pode ser justificada pela praticamente inexistência de estudos que definam parâmetros que possam ser utilizados para avaliar os resultados dessas novas relações cooperativas, principalmente para as redes supermercadistas de pequeno e médio porte. O foco específico em redes varejistas de pequeno e médio porte, e seus fornecedores atacadistas, deve-se ao crescimento - em tamanho e importância - que estas redes vêm obtendo se firmado como um canal alternativo para o atacado, como forma de redução da dependência das grandes redes varejistas de auto-serviço. Outro ponto a ser ressaltado é o crescimento da importância das pequenas e médias redes de supermercados no atendimento aos consumidores de baixa renda que, ao ter sua capacidade competitividade aumentada, poderá disponibilizar produtos mais baratos e de melhor qualidade atendendo a esses consumidores.

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