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Concentrações sérica e peritoneal de proteínas de fase aguda em equinos submetidos à endotoxemia experimental

Processo: 09/15952-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Juliana Regina Peiró
Beneficiário:Iderlipes Luiz Carvalho Bossolani
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Endotoxemia   Proteínas da fase aguda   Líquido ascítico   Equinos

Resumo

Em comparação com outras espécies, os equinos são mais sensíveis aos efeitos do lipopolissacarídeo (LPS) administrado parenteralmente e a endotoxina tem um papel essencial na patogênese de várias doenças importantes nos equinos, incluindo a laminite, choque séptico, a colite, cólica, peritonite, pleurite, metrite, pneumonia e isquemia intestinal devido ao volvulo ou ao encarceramento intestinal. Interessante, a administração de lidocaína imediatamente após a exposição à endotoxina inibiu a resposta inflamatória assim como a hipotensão e a acidose metabólica em coelhos e teve um efeito inibitório profundo nas respostas hemodinâmica e de citocinas na endotoxemia, demonstrando a utilidade potencial da lidocaína como um agente anti-inflamatório na endotoxemia. Além disso, a lidocaína possui propriedades anti-inflamatórias com poucos efeitos-colaterais nas concentrações usadas na prática clínica, e inibe a liberação de enzimas lisossomais por neutrófilos. O objetivo deste estudo é avaliar a produção de proteínas de fase aguda no soro ou no líquido peritoneal, durante um modelo experimental de endotoxemia em equinos.

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