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Efeito de diferentes beta-bloqueadores nas alterações cardíacas da hipertensão renovascular

Processo: 10/10058-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2010
Vigência (Término): 30 de novembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Pesquisador responsável:Fernando Morgan de Aguiar Correa
Beneficiário:Elen Rizzi Sanchez
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse oxidativo   Remodelação ventricular   Hipertensão   Metaloproteinases
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:betabloqueadores | Estresse oxidativo | hipertensão arterial sistêmica | metaloproteinases | remodelamento cardíaco | Hipertensão Arterial Sistêmica e Coração

Resumo

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica grave associada a uma alta taxa de mortalidade, a qual é frequentemente acompanhada por hipertrofia ventricular esquerda (HVE). Metaloproteinases da matriz extracelular (MMPs) são as principais enzimas que degradam proteínas da matriz extracelular e o aumento destas proteases, especialmente da MMP-2, participa do processo de remodelamento cardíaco em resposta à HAS. O estresse oxidativo é um dos principais fatores que podem contribuir para o aumento da atividade das MMPs, sendo este um possível mecanismo pelo qual as espécies reativas do oxigênio (EROs) podem estar envolvidas na fisiopatologia da HVE. Dentre as drogas recomendadas para o tratamento da HVE na hipertensão estão os betabloqueadores adrenérgicos. Atualmente, existem três classes dessas drogas, classificadas de acordo com a seletividade aos receptores beta-adrenérgicos. O nebivolol é considerado o mais seletivo antagonistados receptores ²1adrenérgicos, apresentando menos efeitos adversos quando comparado com betabloqueadores de outras gerações. Foi mostrado que o nebivolol possui propriedades vasodilatadoras, efeitos antioxidantes e é capaz de estimular a produção de óxido nítrico (NO), independente do seu efeito antagonista do receptor²1.Considerando que o estresse oxidativo, a disfunção endotelial e a HVE podem contribuir para as alterações cardíacas decorrentes da hipertensão é possível que o nebivolol possa atenuar o aumento das MMPs, aumento na formação de (EROs) e remodelamento cardíaco associados à hipertensão dois rins e um clipe (2R1C) de modo superior aos betabloqueadores de segunda geração, como o metoprolol.

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