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Ação protetora do fosfito de potássio a efeitos fitotóxicos de glyphosate em plantas de pupunha no Vale do Ribeira

Processo: 07/03212-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2007
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Elza Alves Corrêa
Beneficiário:Fernanda Nunes Ibrahim
Instituição Sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Registro. Registro , SP, Brasil
Assunto(s):Matologia   Pupunha   Plantas daninhas   Herbicidas   Seletividade   Fosfitos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Fosfito | Herbicidas | Pupunha | Seletividade | Matologia

Resumo

A presença de plantas daninhas na cultura da pupunha é um dos fatores que reduz seu crescimento e sua produtividade. O uso de herbicidas seletivos pode ser uma solução viável. No entanto, pouco se sabe a respeito da seletividade de herbicidas, nem mesmo existem produtos registrados para a cultura no mercado nacional. Porém o ingrediente ativo glyphosate é amplamente utilizado por produtores de pupunha no Vale do Ribeira. O fosfito de potássio atua como ativador da produção de ácido shiquímico é esperado que o mesmo atue como um safener, protegendo as culturas do efeito fitotóxico provocado pela deriva ou mesmo pela aplicação do ingrediente ativo glyphosate. O trabalho tem como objetivo verificar a ação protetora do fosfito de potássio na intoxicação gerada pela aplicação de doses do herbicida glyphosate em mudas de pupunha, de forma a contribuir com as estratégias de manejo já estabelecidas para a cultura na região do Vale do Ribeira/SP. Serão testados três doses do equivalente ácido do herbicida glyphosate (dose cheia indicada pelo fabricante, meia dose e ¼ da dose), isoladas ou em associação ao fosfito, na dose de 3 L/ha, o qual será aplicado bimestralmente durante o primeiro ano de implantação da cultura no campo. As avaliações de fitointoxicação das plantas de pupunha serão realizadas aos 30, 60, 90, 120 e 180 dias após a aplicação dos tratamentos. Nas mesmas épocas, serão determinadas algumas variáveis biométricas tais como: altura das plantas, diâmetro do colo e tamanho da folha 1. Na ocasião, também será coletado um grama de material fresco de cada repetição para análise bioquímica do composto orgânico chiquimato. O delineamento experimental adotado será o de blocos casualizados com quatro repetições. Os resultados serão submetidos à análise de variância pelo teste “F” e as médias dos tratamentos comparadas pelo teste “t” a 5% de probabilidade para as variáveis fitointoxicação e biometria. Os dados da análise bioquímica serão submetidos a cálculos das freqüências acumuladas em função da relação do acúmulo de chiquimato e dose do herbicida, pelo modelo de Gompertz adotando-se os dados originais, avaliando-se o nível de precisão pelo coeficiente de determinação (R) e valor de F.

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