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Estudo da biodegradação de microcistinas durante florações de cianobactérias na represa Billings por espectrometria de massas

Processo: 10/16371-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 30 de setembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Humberto Márcio Santos Milagre
Beneficiário:Marina Furlan Giubbina
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/11735-6 - Identificação, caracterização e estudo da biodegradação de microcistinas durante florações de cianobactérias por espectrometria de massas, AP.JP
Assunto(s):Tratamento de água   Biodegradação   Cianobactérias   Microcistinas   Espectrometria de massas   Represa Billings

Resumo

As microcistinas são toxinas produzidas durante a floração de cianobactérias e representam um grande risco à saúde humana. Entretanto, a pesquisa aplicada nesta área é incipiente em nosso país tanto no aspecto da saúde pública e do tratamento de água bem como em relação à qualidade e competitividade dos produtos aquícolas brasileiros dentro do mercado global. Neste contexto, um dos objetivos deste projeto é desenvolver métodos extremamente rápidos e sensíveis de identificação e caracterização de microcistinas diretamente nas matrizes biológicas que são complexas e onde a concentração dessas toxinas é muito baixa, ng/mL, e também em reservatórios de água, através da Espectrometria de Massas. A biodiversidade encontrada na região da represa Billings é ideal para a triagem de novos microorganismos com potencial atividade de biodegradação já que coexistem naturalmente com as colônias de cianobactérias produtoras de microcistinas. O objetivo deste projeto é estudar o mecanismo de biodegradação das microcistinas e elucidar estas rotas de biodegradação por Espectrometria de Massas. Este estudo é de fundamental importância, pois nem sempre o(s) produto(s) ou intermediário(s) formados num processo de biodegradação é (são) menos tóxico(s) que seus precursores, podendo, não raras às vezes, levar a conclusões e/ou decisões errôneas, principalmente quando o problema é o tratamento de águas para consumo humano. Além disso, o estudo do mecanismo de biodegradação de microcistinas fornecerá informações relevantes para a busca de processos eficientes que possam levar à sua completa mineralização. É importante ressaltar que estamos comprometidos com o desenvolvimento de métodos que poderão facilmente ser implementados nos Laboratórios de Análise de órgãos estaduais e federais de monitoramento e tratamento de água bem como em laboratórios da iniciativa privada, contribuindo diretamente para o bem-estar da sociedade e do meio ambiente. (AU)

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