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Papel das metaloproteinases e defensinas na sepse decorrente de pneumonia

Processo: 08/58762-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Fernando de Queiroz Cunha
Beneficiário:Adriana Helena de Souza
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/51247-5 - Mediadores envolvidos na gênese da dor e migração de leucócitos e na sepse, AP.TEM
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Antimicrobianos | Defensinas | Metaloproteinase | Pneumonia | Sepse

Resumo

Sepse é caracterizada por resposta inflamatória sistêmica secundária a infecção. Diversos estudos têm evidenciado a pneumonia como uma das principais fontes de infecção na sepse grave. A participação das ß e α-defensinas em doenças infecciosas tem sido demonstrada em murinos e humanos. Existe uma correlação entre a liberação dessas defensinas com a suscetibilidade as infecções. Da mesma maneira, sabe-se que as metafoproteínases (MMPs) possuem funções importantes na imunidade pulmonar normal, entre elas, facilitação da migração celular, modulação da atividade das citosinas e quimiocinas e mediação da sinalização intercelular. Em condições inflamatórias, elas estão diretamente ligadas a injúria tecidual determinada nesses órgãos. Dentre as MMP, a MMP-7 está relacionada com ativação das pró-α-defensinas intestinais de camundongos, e a ampla expressão constitutiva da MMP-7 sugere a existência de uma função comum, desta enzima, entre os tecidos epiteliais. Apesar dessas evidências, poucos estudos investigam o papel das MMPs e defensinas na sepse. Assim, utilizando modelo de sepse decorrente de pneumonia em camundongos, pretendemos testar a hipótese de que a deficiência de ß-defensinas leva a maior propensão ao desenvolvimento da sepse; avaliar os efeitos da administração intratraqueal de HNP no desencadeamento da sepse; estudar o papel das MMP-7, MMP-8, MMP-9 e TIMP-1 na resposta inflamatória local e sistêmica; testar a hipótese de que a MMP-7 pode ativar as ß-defensinas no epitélio pulmonar. Caso seja observada a contribuição da MMP-7 na ativação das ß-defensinas na sepse, avaliaremos os mecanismos pelos quais essa ativação ocorre utilizando células epiteliais pulmonares. Assim, a relevância deste projeto está no fato de acrescentar informações para a melhor compreensão do papel das MMPs e defensinas na complexa fisiopatologia da sepse. (AU)

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