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A visão de Amiano Marcelino sobre a sucessão imperial em um período de barbarização do exército romano

Processo: 07/59521-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2008
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Antiga e Medieval
Pesquisador responsável:Margarida Maria de Carvalho
Beneficiário:Bruna Campos Gonçalves
Instituição-sede: Faculdade de História, Direito e Serviço Social. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Franca. Franca , SP, Brasil
Assunto(s):Antiguidade tardia   Exército   Império   Império Romano

Resumo

Temos como objetivo neste projeto pesquisar a sucessão do poder imperial romano no IV. Século d.C., tendo em vista sua ligação como o Exército. Não negligenciaremos o grande número de bárbaros que está inserido no órgão militar do império e concomitantemente em outros setores da sociedade romana. Destacaremos, em especial os motivos que levaram o Exército a aclamar Joviano (363-364 d.C.) e Valentiniano I (364-375 d.C.), uma vez que romperam com um ideal dinástico que vinha se mantendo com os Constantinianos. Os dois chegaram ao Poder graças ao Exército romano, que em momento de crise após a morte de Juliano (361-363 d.C.), escolheu-os para ocupar o cargo de Imperador. Para tanto utilizaremos a narrativa de Amiano Marcelino, obra intitulada Res Gestae, que embora não trace uma ligação direta do estrangeiro com o poder imperial, deixa subtendido em algumas passagens. Trechos estes que serão analisados durante a pesquisa que também contará com o apoio de um vasto material bibliográfico. (AU)

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