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Efeitos do ácido palmitoleico na cicatrização de feridas em ratos diabéticos dos tipos 2 (Goto-Kakizaki) e 1 (Wistar injetado com estreptozotocina)

Processo: 23/03741-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2024
Vigência (Término): 31 de agosto de 2026
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Elaine Hatanaka Dermargos
Beneficiário:Matheus Gennari Felipe
Instituição Sede: Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/09868-7 - Mecanismos celulares e moleculares envolvidos na resistência à insulina e inflamação em ratos Wistar obesos e Goto-Kakizaki magros: causas e associações com dieta e exercício físico, AP.TEM
Assunto(s):Ácidos graxos   Cicatrização   Diabetes mellitus   Ferimentos e lesões   Inflamação
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:ácidos graxos | cicatrização | diabetes | feridas | Inflamação | Inflamação

Resumo

Feridas diabéticas são um problema de saúde pública mundial com impacto social e na qualidade de vida. A dificuldade no reparo tecidual em diabéticos ocorre devido à fatores como: presença de produtos de glicação avançada, má perfusão, neuropatia periférica, disfunção leucocitária e inflamação crônica. Modelos experimentais para pesquisa de diabetes incluem animais geneticamente modificados, dietas obesogênicas e indução do diabetes por drogas como a estreptozotocina. Esses modelos são essenciais para entender a patogênese e progressão da doença e extrapolar seus resultados para humanos. Os ratos Wistar Goto-Kakizaki e ratosWistar tratados com estreptozotocina (respectivamente modelos experimentais de DM1 e DM2) nos permitem investigar as complexas interações multissistêmicas da cicatrização de feridas no diabetes e testar diferentes tipos de tratamentos tópicos para a cicatrização. Nesse sentido, o ácido palmitoleico é um agente promissor no tratamento de feridas, pois além dos efeitos biológicos, apresenta baixo custo, mantém a hidratação da pele e facilita a troca de curativos. Recentemente, demonstramos que aplicação tópica do ácido tem ação anti-inflamatória e cicatrizante, diminuindo a inflamação induzida em neutrófilos e modulando a sinalização desencadeada por queratinócitos. Dessa forma visamos através de ensaios in vivo e in vitro, estudar as fases do processo de cicatrização de feridas entre os modelos ratos diabéticos Goto-Kakizaki (DM2) e Wistar induzido por estreptozotocina (DM1) tratados e não tratados com o ácido palmitoleico.

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