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Investigação da ocorrência de ácido ciclopiazônico (CPA) e esterigmatocistina (ST) em queijos artesanais produzidos na Serra da Canastra/MG e São Paulo

Processo: 24/02113-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2024
Vigência (Término): 31 de outubro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Marta Hiromi Taniwaki
Beneficiário:Mariana Corrêa de Souza
Instituição Sede: Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:21/07937-4 - Caracterização do perfil metabólico e biodiversidade de Aspergillus spp. e Penicillium ssp. isolados de queijo canastra, AP.R
Assunto(s):Ácido ciclopiazônico   Esterigmatocistina   Fungos   Micotoxinas   Queijo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Ácido ciclopiazônico | Esterigmatocistina | fungos | Micotoxinas | queijos | Micologia e Micotoxinas em Alimentos

Resumo

O Brasil é o quarto maior produtor de queijos do mundo, sendo o estado de Minas Gerais, onde está localizada a Serra da Canastra, uma das principais regiões de produção de queijo artesanal do país. Os gêneros Aspergillus e Penicillium são de grande importância em alimentos, por serem fungos deteriorantes, mas também por abrigarem espécies potencialmente toxigênicas, como por exemplo, Aspergillus flavus, Penicillium commune produtores de ácido ciclopiazônico ou até mesmo Aspergillus versicolor, produtor de esterigmatocistina. Poucos trabalhos têm investigado a ocorrência destas toxinas em queijos artesanais, desta forma, o presente projeto tem como objetivo: investigar a ocorrência de ácido ciclopiazônico (CPA) e esterigmatocistina (ST) em amostras de queijos artesanais da região da Serra da Canastra/MG e São Paulo como forma e complementar os estudos que já estão sendo realizados com outras toxinas mais comuns, como ocratoxina A e aflatoxina M1. De um modo geral, o estudo terá um enfoque na micobiota de queijos artesanais e propiciará de maneira inédita o perfil metabólico das populações fúngicas desse alimento, com base em abordagens modernas.

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