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Aeronaves Remotamente Pilotadas: Evolução ou mera ilusão para semeadura direta na restauração florestal?

Processo: 23/11601-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2024
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2027
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal
Pesquisador responsável:Ricardo Ribeiro Rodrigues
Beneficiário:Ítalo Favoreto Campanharo
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Restauração ecológica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:avaliação de custo eficiência | drones na restauração | Restauração ativa | Restauração ecológica | taxa de estabelecimento | Tecnologias apliacadas a restauração florestal

Resumo

Em função da emergência climática, a restauração florestal em larga escala é uma necessidade atual. Para as situações que exigem a restauração ativa, a semeadura direta é uma técnica menos onerosa e dispendiosa quando comparada ao plantio de mudas. Diante disso, o uso de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP's) surge como uma alternativa promissora para otimizar a semeadura direta. No entanto, não há estudos científicos que efetivamente avaliem essa tecnologia aplicada à semeadura direta na restauração florestal. Assim, este estudo tem como objetivo principal a avaliação da viabilidade técnica, ecológica e econômica da semeadura através de ARP's. Inicialmente, será realizada uma revisão sistemática sobre o uso de ARP's no setor florestal/agrícola para identificar as potencialidades, deficiências e lacunas desta tecnologia. Posteriormente, será conduzido testes de germinação em laboratório e viveiro para seleção da melhor forma de encapsulamento das sementes, visando favorecer a dispersão e germinação das sementes lançadas pelos drones. Já em campo, serão definidas parcelas experimentais em áreas de pastagem e de fragmentos florestais degradados, onde será testada a influência de diversos fatores, como: preparos do solo, uso de sementes encapsuladas e não encapsuladas, sementes de espécies com diferentes atributos funcionais, para avaliar a efetividade dessa tecnologia sob diferentes cenários. A coleta de dados será realizada com 30, 60, 120, 240 e 480 dias após a semeadura, para quantificação da taxa de germinação, estabelecimento, riqueza, diversidade, densidade, altura e cobertura de copa das plântulas. Por fim, será efetuada uma análise de custos e eficiência com o propósito de traçar um comparativo da semeadura convencional x semeadura com ARP's.

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