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A internet das coisas e as novas dinâmicas da produção agrícola no campo brasileiro e francês

Processo: 23/06384-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2024
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Ricardo Abid Castillo
Beneficiário:Mait Bertollo
Supervisor: Herve Emilien Rene Thery
Instituição Sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3, França  
Vinculado à bolsa:20/07447-4 - A internet das coisas e as novas dinâmicas na produção agrícola do campo brasileiro, BP.PD
Assunto(s):Agricultura familiar   Agricultura sustentável   França   Geografia econômica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:agricultura familiar | Agroecologia | Agronegócio Globalizado | Agtech | Bigtech | França | Geografia Econômica

Resumo

Os objetos e sistemas informacionais utilizados na produção agropecuária no Brasil no período atual ampliam sua participação e seu desenvolvimento técnico em atividades que impactam potencialmente na elevação da produtividade. No setor do agronegócio globalizado, esses sistemas e objetos técnicos, tais como sensores, equipamentos e máquinas, conectados digitalmente através da Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT), possibilitam o compartilhamento de enormes volumes de dados de vários tipos e com grande velocidade, alimentando os processos de produção dos diversos circuitos espaciais produtivos. Embora haja disparidades de acesso e qualidade de conexão no território brasileiro, abriram-se possibilidades para o uso da IoT em virtude do aumento do ritmo da coleta e tratamento de dados, demandando a conexão dos estabelecimentos rurais e etapas da produção às redes de telecomunicações. Estas transformações contam com agentes públicos, como instituições de pesquisa e órgãos do poder executivo federal, como os Ministérios, e agentes privados como as Bigtechs, Fintechs e Agtechs, que tendem a centralizar os processos produtivos mediante o uso de plataformas digitais pelos produtores. No caso da França, tais dinâmicas no campo estão num estágio mais generalizado e aprofundado pelo território, com fazendas experimentais que utilizam e testam novas tecnologias para utilização mais difundida entre pequenos e médios produtores, além do setor do agronegócio, com maciços investimentos público e privado. A análise dos agentes envolvidos no desenvolvimento, difusão e conexão desses sistemas e os impactos na produção agrícola oferecem um panorama e respostas sobre o uso da IoT no campo brasileiro e francês, para compreender como a difusão destas técnicas informacionais em rede podem ser uma possibilidade para mitigar as disparidades entre os grandes e pequenos produtores, principalmente no que tange a agricultura familiar e agroecologia, num contexto em que participam diversas instituições que perfazem círculos de cooperação no espaço que agem sobre a produção no Brasil e na França, como incentivadores de dinâmicas informacionais, produtivas e políticas ligadas à agropecuária em ambos os países.

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