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Efeito da fotobiomodulação vascular transcutânea sobre a determinação dos leucócitos periféricos e de medula óssea durante processo inflamatório e de reparo muscular em modelo animal de criolesão.

Processo: 23/04948-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2024
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Fabio Daumas Nunes
Beneficiário:Tainá Caroline dos Santos Malavazzi
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Regeneração muscular
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:criolesão | Fotobiomodulação vascular | Ilib | Laser em baixa intensidade | Reparo Muscular | Reparo muscular e terapia por fotobiomodulação

Resumo

A fotobiomodulação (FBM) utilizando o laser de baixa intensidade (LBI) de forma intravascular (ILIB) ou transcutânea e não-invasiva sobre vasos sanguíneos (fotobiomodulação vascular, FBMV) apresentam estudos iniciais na literatura sugerindo os efeitos positivos sobre o processo inflamatório e condições crônicas, com a premissa de efeito sistêmico. Diante do exposto, incutindo a necessidade do entendimento da FBMV não-invasiva sistêmica sobre o processo de reparo muscular e, principalmente, da elucidação dos mecanismos de ação envolvidos, o presente projeto tem como objetivo investigar sistematicamente o efeito da FBMV utilizando o LBI sobre o processo inflamatório e de reparo do músculo esquelético de ratos aplicado previamente e após lesão muscular aguda induzida por criolesão no músculo tibial anterior (TA). Serão utilizados 85 ratos Wistar, avaliados nos seguintes grupos experimentais: (1) Controle; (2) Lesão; (3) Não lesionado + FBMV; (4) FBMV prévia + Lesão; (5) Lesão + FBMV pós. A FBMV será realizada de forma pontual, em contato transcutâneo sobre a veia localizada na base da cauda dos animais, utilizando laser Arseneto de Gálio Alumínio (780 nm; 40 mW; 0,04 cm2; 80 J/cm2). Os animais serão eutanasiados nos tempos experimentais 1, 2, 5 e 7 dias após a indução das lesões. O músculo TA será coletado para análises de mRNA abrangendo 92 genes relacionados ao processo inflamatório e 83 genes referentes aos fatores de crescimento vascular endotelial (VEGF) por qPCR "Array" e validação pela expressão gênica e análise proteica de IL-6, TNF-±, IL-1² e MCP-1 por qPCR e ELISA, respectivamente. O músculo TA também será submetido as análises de trofismo muscular do mRNA por qPCR de fatores reguladores musculares Miostatina, Calcineurina, das isoformas de cadeia pesada de miosina (myosin heavy chain) MyHC-I, MyHC-IIa, MyHC-IIx, MyHC-IIb, dos fatores regulatórios miogênicos MyoD, Miogenina e do marcador de atrofia MuRF1. Para determinação dos efeitos na via de sinalização envolvida na regeneração muscular, será também avaliado o mRNA do hormônio endócrino somatotrófico IGF-1 e seu respectivo receptor celular IGF1R, além da importante via de sinalização no processo de regeneração muscular PI3K/Akt/mTOR. O estresse oxidativo tecidual será determinado pela quantificação da oxidação proteica e da atividade das enzimas CAT, SOD e GPx. A imunomarcação diferencial de neutrófilos, macrófagos M1 e M2 serão realizadas nas amostras do tecido muscular. Amostras de sangue serão coletadas para análise hematológica leucocitária, eritrocitária e referentes as hemoglobinas e plaquetas. Amostras de medula óssea serão utilizadas para avaliação do recrutamento leucocitário e quantificação por citometria de fluxo. Os dados serão submetidos à análise estatística.

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