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Promessas não cumpridas e confiança seletiva em crianças de 5 a 8 anos de idade

Processo: 23/05847-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2024
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Pesquisador responsável:Débora de Hollanda Souza
Beneficiário:Laura Cunha Melnicky
Instituição Sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50909-8 - INCT 2014: Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE): aprendizagem relacional e funcionamento simbólico, AP.TEM
Assunto(s):Crianças   Teoria da mente
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Confiança Seletiva | crianças | Promessas | Teoria da Mente | Desenvolvimento sociocognitivo

Resumo

Pesquisas recentes têm investigado o desenvolvimento da confiança seletiva ou a habilidade de discriminar bons e maus informantes em situações novas de aprendizagem. Uma pergunta, no entanto, permanece pouco explorada: será que esses julgamentos podem ser também influenciados por um histórico de promessas não cumpridas e pelos motivos que levaram a essa quebra de promessas? O presente estudo tem como objetivo principal dar continuidade a uma linha de investigação recente sobre os efeitos deste tipo de inconsistência nos julgamentos de confiança seletiva de crianças pequenas. Adicionalmente, pretende-se testar uma possível correlação entre uma tarefa adaptada de confiança seletiva e uma medida de teoria da mente. Participarão do estudo 60 crianças de 5 a 8 anos. As crianças serão avaliadas pela tarefa de confiança seletiva e pela tarefa de teoria da mente. Os participantes serão aleatoriamente distribuídos em três condições que se diferenciam pelo tipo de situação apresentada em uma primeira fase. Na primeira condição (C1), um dos personagens sempre promete algo a um amigo e não cumpre a promessa, sem uma justificativa plausível; e um segundo personagem quebra as promessas para o mesmo amigo, no entanto, por razões aceitáveis. Na segunda condição (C2), um personagem promete e cumpre as promessas; e outro personagem não cumpre por uma razão aceitável. Já na terceira condição (C3), o personagem que promete e cumpre é contrastado com um que promete e não cumpre sem uma justificativa plausível. Em uma segunda fase, as crianças serão solicitadas a escolher um dos dois personagens como fonte de informação ou como fonte de ajuda. Os resultados esperados são: a) uma correlação positiva entre confiança seletiva e teoria da mente; b) na C1, as crianças devem demonstrar uma preferência clara pelo informante que tem justificativas plausíveis para a quebra de promessa; c) na C2, o padrão de preferência pode oscilar entre o que cumpre as promessas e o que quebra a promessa de forma justificada; d) na C3, as crianças darão preferência ao informante que cumpre as promessas.

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