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Avaliação da evolução da técnica operatória em pacientes submetidos a Nefroureterectomia por tumor urotelial em um hospital de referência.

Processo: 23/11038-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2023
Vigência (Término): 30 de setembro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Fabiana de Lima Vazquez
Beneficiário:Vitor Antonio Fragoso Pacheco
Instituição Sede: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias da bexiga   Prognóstico   Procedimentos cirúrgicos operatórios   Urologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Câncer urotelial | Prognóstico | Tratamento cirúrgico | Urologia

Resumo

O carcinoma do trato urinário superior é uma malignidade das células uroteliais que revestem o trato urinário, e que pode acometer os cálices renais, pelve renal, ureter ou meato ureteral. Em países ocidentais, a incidência anual é de dois novos casos a cada 100.000 habitantes e, atualmente, há controvérsias no que tange à escolha do tratamento cirúrgico dos pacientes diagnosticados com este tipo de câncer. Entender o prognóstico clínico pós-cirúrgico dos pacientes já tratados ajuda a compreender e uniformizar e escolha de uma técnica e conduta apropriadas, melhorando assim a sobrevida dos pacientes. Objetivo: Analisar o prognóstico oncológico e pós-operatório de pacientes com diagnóstico de carcinoma urotelial do trato urinário superior em uma Instituição especializada em oncologia que implementou mudança no tratamento cirúrgico da doença, passando preferencialmente da via aberta para via minimamente invasiva ao longo do período. Materiais e métodos: Será realizada uma coorte retrospectiva, com o fator de estudo: prognóstico clínico e cirúrgico do carcinoma urotelial do trato urinário superior. Serão incluídos pacientes seguindo os critérios: diagnóstico de carcinoma urotelial do trato urinário superior; atendidos no Hospital de Amor de Barretos no período de 2000 a 2020; com localização pielocalicinal ou qualquer segmento ureteral; com doença localizada(cT1) ou localmente avançada (ecT2); com linfonodos clinicamente positivos ou não (cN0, N1 ou N2); com qualquer uma das formas de ressecção (endoscópica, trans ou extra-vesical, abordagem via aberta ou minimamente invasiva). E serão excluídos pacientes metastáticos ao diagnóstico (cM1).

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