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Caracterização bioquímica da macroalga Kappaphycus alvarezii e sua ação em modelos biológicos: do campo à célula

Processo: 23/03886-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2023
Vigência (Término): 31 de agosto de 2025
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Giuseppina Pace Pereira Lima
Beneficiário:Aline Nunes
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Aminas biogênicas   Metais pesados   Nanopartículas   Substâncias bioativas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aminas biogênicas | Bioinsumo | Ensaio Celular | Metais Pesados | nanopartícula | Potencial biotecnológico | Bioativos

Resumo

O objetivo desse projeto é caracterizar bioquimicamente (poliaminas, aminoácidos, compostos fenólicos e metais pesados) a macroalga K. alvarezii cultivada no Brasil, especificamente proveniente dos Estados de São Paulo e Santa Catarina. Após a caracterização, a macroalga será processada para obtenção de um extrato aquoso (bioinsumo) que será testado em modelos biológicos vegetais (poejo e manjericão) em casa de vegetação com hidroponia e a campo. Será avaliada a germinação das sementes, o crescimento vegetativo, a composição química e o rendimento de óleo essencial. Os experimentos de caracterização e de cultivo das espécies vegetais ocorrerá na Universidade Estadual Paulista e na Universidade Federal de Santa Catarina, respectivamente. Da mesma forma, ensaios celulares (viabilidade celular e efeito protetivo contra o estresse oxidativo) serão realizados na Universidade de Pádua, na Itália, a fim de verificar o potencial farmacológico do extrato bruto e da k-carragenana extraída dessa macroalga quando incorporados em um complexo de nanopartícula magnética. Cabe ressaltar que além das instituições mencionadas, fazem parte do projeto o Instituto de Pesca do Governo de São Paulo e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, onde as algas serão obtidas. Por tratar-se de um projeto em rede, o qual já possui financiamento de parte da exceção, dois a quatro artigos científicos deverão ser gerados pela proponente como autora principal, além de outros que ocorrerão em parceria com os demais colaboradores. Ademais, divulgação dos resultados será realizada por meio de boletins, notas técnicas, palestras e participação em congressos. Para o desenvolvimento do projeto são previstos dois anos de pós-doutoramento.

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