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Patologia da Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante Progressiva

Processo: 23/10186-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2023
Vigência (Término): 31 de julho de 2027
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Alexandre Todorovic Fabro
Beneficiário:Andrea Jazel Rodríguez Herrera
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:22/02821-0 - Perfil biomarcador da Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante Progressiva: por que ela progride e como identificá-la precocemente?, AP.PNGP.PI
Assunto(s):Pneumologia   Doenças pulmonares intersticiais   Fibrose pulmonar   Patologia   Transcriptoma
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Doença Pulmonar Intersticial Fibrosante | fibrose pulmonar | progressão | Transcriptoma Espacial | Pneumologia

Resumo

Pacientes com doença pulmonar intersticial (DPI) fibrosante, como a pneumonite de hipersensibilidade, altamente prevalente no Brasil, podem evoluir com exarcebações agudas, apesar um tratamento otimizado instituído, promovendo assim em um terço deles o fenótipo progressivo de alta morbi-mortalidade. Desvendar a fisiopatologia das DPIs fibrosantes progressiva, validando biomarcadores de sua progressão. Transcriptoma espacial será realizado em biópsia pulmonar cirúrgica de 5 pacientes com DPI fibrosante progressiva e 5 estável, além de 6 com exacerbações por autopsia minimamente invasiva. Confirmação dos achados será realizada por imunohistoquimica, qPCR e microscopia eletrônica de transmissão com immunogold. Validação será realizada em 200 pacientes com DPIs fibrosantes e 50 controles (câncer de pulmão) por imunohostoquímica/morfometria e qPCR em biópsia transbrônquica e citometria de fluxo em lavado broncoalveolar. Avaliação clínico-radio-patológica será realizada em todos os casos, incluindo radiogenômica. A integração dos dados será analisada por bioinformática, deep learning e inteligência artificial. Resultados Esperados: identificar as vias moleculares promotoras das exarcebações e por consequente progressão da fibrose pela integração de dados transcriptômicos, moleculares e clinico-radio-patológico ao perfazerem temporalmente a história natural da doença, determinando assim tanto o processo fisiopatológico, quanto seus biomarcadores capazes de predizer o fenótipo da DPI fibrosante progressiva na fase inicial da doença. (AU)

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