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Usando citometria de massa de imagem para mapear proteínas do microambiente da leucoplasia preditores de transformação para câncer oral

Processo: 23/02756-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 31 de julho de 2023
Vigência (Término): 30 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Adriana Franco Paes Leme
Beneficiário:Erison Santana dos Santos
Supervisor: Renata Ferrarotto
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Texas MD Anderson Cancer Center (MD Anderson), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:22/04490-1 - Validação de marcadores de transformação maligna para carcinoma de células escamosas oral por meio de imaging mass cytometry e proteômica baseada em alvos, BP.DR
Assunto(s):Biomarcadores tumorais   Neoplasias bucais   Proteômica   Análise de célula única   Patologia bucal   Carcinoma de células escamosas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Cancer biomarkers | Mouth cancer | Mouth Neoplasms | Proteomics | Single-Cell Analysis | Patologia Oral

Resumo

O diagnóstico do carcinoma espinocelular oral (CECO) é comumente realizado em estágios avançados, o que leva a terapias invasivas, diminuição da sobrevida e pior prognóstico. Mesmo em São Paulo, o estado mais desenvolvido do Brasil, mais de 70% dos pacientes são diagnosticados nos estágios III/IV da doença. O CECO pode ser precedido por um grupo de desordens orais, como a leucoplasia oral (LO) e a leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP), que apresentam um risco aumentado de transformação maligna em CECO. No entanto, as bases moleculares desse processo biológico são pouco compreendidas. Recentemente, usamos biópsia líquida de fluidos lacrimais de pacientes com LO, LVP e CECO para descobrir um painel de proteínas que podem prever a transformação maligna em CECO. Combinando diferentes estratégias de análise de dados proteômicos, identificamos 24 proteínas que se correlacionaram com características clinicopatológicas associadas à progressão maligna, como displasia epitelial, consumo excessivo de álcool, alterações do sistema imunológico, metástases linfonodais e estágio clínico avançado. No entanto, como essas proteínas participam da progressão maligna ainda é incerto. Nossa hipótese é que as proteínas identificadas nos fluidos lacrimais podem modular os componentes do microambiente da LO e LVP, levando ao aparecimento de CECO. O principal objetivo deste estágio é usar análise de imagem de célula única e proteômica espacial para revelar a aquisição do fenótipo maligno de LO e LVP para CECO em uma coorte independente de pacientes. Compreender o processo de transformação maligna com foco no microambiente pode abrir caminhos para predizer o risco de transformação maligna antes do diagnóstico tardio, melhorando o prognóstico e as taxas de sobrevida. (AU)

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