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Mapa subcelular dinâmico do proteoma de condrócitos humanos sob indução de senescência

Processo: 23/04104-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2023
Vigência (Término): 31 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Ana Marisa Chudzinski-Tavassi
Beneficiário:Hellen Paula Valerio
Supervisor: Kathryn S. Lilley
Instituição Sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Cambridge, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:22/01892-1 - Identificação e validação de novos alvos moleculares de peptídeos anti-inflamatórios por meio de abordagens de proteômica por espectrometria de massas, BP.PD
Assunto(s):Terapia de alvo molecular   Condrócitos   Organelas   Envelhecimento   Proteômica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:alvos moleculares | Condrócitos | Dinamica de Proteinas | Organelas | Proteômica espacial | Senescência | Proteômica

Resumo

Muitos tecidos de vertebrados acumulam células senescentes com a idade e essas células contribuem para muitas doenças associadas ao envelhecimento. O envelhecimento é um fator de risco para a osteoartrite, uma condição crônica caracterizada por degeneração da cartilagem articular, que causa dor e deficiência física. Condrócitos senescentes são um possível alvo terapêutico para o tratamento de doenças degenerativas e são susceptíveis a fármacos senomórficos. Tendo em mente que o Centro de Excelência em Descoberta de Novos Alvos Moleculares (CENTD) está interessado em identificar e validar novos alvos moleculares e vias de sinalização envolvidos na osteoartrite, nós estamos propondo explorar novos mecanismos biológicos que conduzam o fenótipo de senescência em condrócitos. Nós também estamos interessados em entender como um peptídeo derivado de uma proteína presente no veneno da lagarta Lonomia obliqua modula a senescência em condrócitos. Para alcançar esses objetivos, nós estamos propondo utilizar um método inovador denominado proteômica espacial, que permite a investigação global e com alta resolução do proteoma de células sob estresse. O projeto será conduzido em colaboração com o laboratório da Professora Kathryn Lilley, na Universidade de Cambridge, que foi pioneiro no desenvolvimento de métodos de proteômica espacial, desenvolvendo ferramentas robustas, flexíveis e de estado-da-arte para os capturar padrões de dinâmica celular que temos interesse em estudar. Nós acreditamos que essa colaboração pode trazer benefícios tanto em termos de identificação de novos alvos moleculares envolvidos na osteoartrite como em termos de trazer uma metodologia inovadora para o CENTD e para o Instituto Butantan. (AU)

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