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Caracterização molecular e funcional de USP2 em Meduloblastomas pediátricos de Grupos 3 e 4

Processo: 22/15919-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2023
Vigência (Término): 30 de abril de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Carlos Alberto Scrideli
Beneficiário:Jonas José da Silva
Instituição Sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Câncer infantil   Expressão gênica   Metástase   Oncologia pediátrica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:cancer pediátrico | expressão gênica | MB Gurpo 3 | Metástase | Oncologia pediátrica

Resumo

Os Meduloblastomas (MBs) de Grupos 3 e 4 são tumores malignos de origem embrionária. Infelizmente, até o momento, é escassa a estes grupos moleculares a caracterização de novos biomarcadores de finalidade terapêutica, o que reflete no pior prognóstico da doença e o aumento de recidivas. À face do exposto, chamamos a atenção para o gene USP2, um putativo efetor de cross-talks entre a via de fator nuclear kappa B (NF-KB), com genes-chave da resposta imune celular. Digno de nota, USP2 é caracterizado como um biomarcador de pior prognóstico e promissor alvo terapêutico em diversos cânceres. Para nossa surpresa, até o momento, não foi investigado o papel de USP2 na carcinogênese dos MBs de Grupos 3 e 4. Portanto, inicialmente, através de análises in silico identificamos a hiperexpressão de USP2, e este perfil de expressão foi associado à presença de metástase e pior sobrevida aos pacientes diagnosticados com MBs de Grupos 3 e 4. Portanto, torna-se necessário avaliar a funcionalidade biológica do knockdown de USP2 em MBs de Grupos 3 e 4, através dos ensaios funcionais representativos in vitro combinado ao tratamento com cisplatina. Ademais, almejamos identificar os respectivos alvos de cross-talks de USP2 nas vias de sinalização celular acima supracitadas, ao realizar a integração de dados de transcriptômica e, posteriormente, validá-los por qRT-PCR e WB. Finalmente, este projeto poderá elucidar uma melhor compreensão da biogênese dos MBs de Grupos 3 e 4 através da avaliação de USP2 como perspectiva de novo alvo terapêutico. Uma proposta pioneira que traria ganhos ao avanço do desenvolvimento científico e tecnológico, nas tangentes do estudo do MB.

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