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Efeito protetor de dentifrícios fluoretados associados ao polímero aminometacrilato no desgaste erosivo do esmalte

Processo: 22/10766-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2023
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Alessandra Buhler Borges
Beneficiário:Victor Cavallaro Bottesini
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Esmalte dentário   Fluoretos   Polímeros
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Dentrifício | erosão dentário | Esmalte dentário | fluoretos | Polímeros | Odontologia Restauradora

Resumo

O desgaste dental erosivo tem se tornado uma condição cada vez mais preocupante, com taxas globais de prevalência crescentes, principalmente em indivíduos jovens. Os polímeros formadores de filme têm sido investigados com uma alternativa para o controle da progressão do desgaste dental erosivo, especialmente quando associados a compostos fluoretados, protegendo o tecido dental contra a ação dos ácidos. Dentre eles está o aminometacrilato, que mostrou resultados promissores em estudos passados, porém seu efeito quando adicionado a formulações de dentifrícios ainda não foi pesquisado. Dessa forma, o presente estudo visa avaliar o potencial protetor da associação do aminometacrilato com dentifrícios fluoretados frente à erosão inicial e ao desgaste erosivo do esmalte. Para isso, 72 espécimes em esmalte bovino polido (4 mm diâmetro) serão divididos em seis níveis de tratamento: água ultrapura (controle negativo erosão sem desafio abrasivo- CNE), água ultrapura (controle negativo abrasão sem dentifrício- CNA), dentifrício sem agente ativo (placebo- PL), dentifrício com fluoreto de sódio (NaF - 1450 ppm F-), dentifrício experimental com aminometacrilato (AMC - 2%) e dentifrício fluoretado com aminometacrilato (NaF+AMC). O grupo controle negativo será submetido apenas à ciclagem erosiva, e os demais passarão por desafios erosivos e abrasivos. Serão analisadas duas variáveis resposta: microdureza superficial Knoop (KN) para avaliação da erosão inicial no início do ciclo, e perda de estrutura avaliada por perfilometria (¼m) no final do ciclo, para avaliação do potencial protetor contra o desgaste dental erosivo. A ciclagem erosiva/abrasiva consistirá em imersão dos espécimes em saliva humana (1h) para a formação da película adquirida, exposição ao ácido cítrico 0,3% por 5 minutos (4x/dia) e aplicação dos tratamentos (2x/dia), intercalados por imersão em saliva (1h). A ciclagem será repetida por 5 dias. A microdureza será analisada apenas no início de ciclagem, em quatro momentos: KNinicial (esmalte sadio), KNE1(após a primeira exposição ao ácido), KNT (após o tratamento), KNE2 (após a segunda exposição ao ácido). A análise perfilométrica será realizada antes e depois do término da ciclagem (após 5 dias) e será calculada a diferença entre os perfis inicial e final para determinação da perda de estrutura (em ¼m). Espécimes representativos de cada grupo serão analisados em microscopia eletrônica de varredura após o término da ciclagem. Os dados coletados serão analisados quanto à normalidade e homocedasticidade para aplicação do teste estatístico apropriado. Será adotado o nível de significância de 5%.

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