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Habilidade dos Pulsos Ultrassônicos de Alta Intensidade e Microbolhas para Limitar a Extensão do Infarto Agudo do Miocárdio: Função Atrial Esquerda

Processo: 23/04573-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2023
Vigência (Término): 30 de abril de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Wilson Mathias Júnior
Beneficiário:Derick Meneguetti
Instituição Sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/06387-8 - Habilidade dos pulsos ultrassônicos de alta intensidade e microbolhas para limitar a extensão do infarto agudo do miocárdio I. estudo HUBBLE-I, AP.TEM
Assunto(s):Função atrial esquerda   Sonotrombólise   Cardiologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Função atrial esquerda | sonotrombólise | Strain | Volume atrial esquerdo | Cardiologia

Resumo

As doenças cardiovasculares são um importante problema de saúde pública no Brasil, representando a principal causa de óbito em território nacional. Nesse cenário, o infarto agudo do miocárdio (IAM), cuja etiologia principal é a oclusão trombótica aguda de uma artéria coronária, é um evento clínico capaz de acarretar sequelas na microcirculação cardíaca e consequentemente na função contrátil que, em última análise, interferem no prognóstico de curto e longo prazo. Sendo assim, a restauração precoce do fluxo coronário é um fator importante para que seja atenuado os efeitos deletérios. Nesta, como em outras condições cardiovasculares, a pressão atrial esquerda, refletindo diretamente na pressão capilar pulmonar, é responsável por significativa parte dos sintomas, em especial quando há sinais de falência da função atrial esquerda. Lesões discretas em células do átrio esquerdo (AE) já são capazes de levar a um processo de remodelação elétrica, funcional e arquitetural, cuja fibrose resultante afeta inversamente a função atrial. Sendo assim, uma das formas de se quantificar de forma precisa é a mensuração de seu strain longitudinal que, em suma, expressa a capacidade de encurtamento do miocárdio atrial e pode ser um marcador viável da função de AE. Além disso, durante a diástole, o AE é exposto à pressão do ventrículo esquerdo (VE) de tal forma que disfunções ventriculares esquerdas, comuns após eventos de IAM, podem ser repassadas ao AE por meio do aumento da pressão atrial para manter o enchimento do VE, o que leva à dilatação do AE e aumento do seu volume, acelerando o processo de disfunção, piorando os sintomas e o prognóstico. Neste cenário, a sonotrombólise é uma terapia inovadora na ruptura do trombo formado em um evento de IAM promovendo a restauração da microcirculação coronária e melhorando o prognóstico dos pacientes. Propomos avaliar o impacto da sonotrombólise na função de AE de pacientes participantes dos subprojetos 1, 2, 3 e 4 do estudo HUBBLE I por meio da comparação entre pacientes alocados de forma randômica nos grupos controle e terapêutico por meio da avaliação de imagens ecocardiográficas já coletadas.

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