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Avaliação de mutantes de escape do vírus SARS-CoV-2 gerados após incubação com anticorpos produzidos por diferentes protocolos de imunização

Processo: 23/02345-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2023
Vigência (Término): 31 de julho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Luiz Mário Ramos Janini
Beneficiário:Robert Andreata Santos
Supervisor: Florian Krammer
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Icahn School of Medicine at Mount Sinai, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:21/05661-1 - Caracterização virológica de isolados brasileiros de SARS-CoV-2 e suas capacidades de neutralização por soro de indivíduos previamente infectados e/ou vacinados, BP.PD
Assunto(s):COVID-19   SARS-CoV-2   Desenvolvimento de vacinas   Vacinas   Vetores virais   Virologia   Infectologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:ChAdOx1 nCOV-19 | Covid-19 | SARS-CoV-2 | testes clínicos | Vacinas | vetores virais | Virologia, Infectologia e Desenvolvimento de Vacinas

Resumo

A doença do Coronavírus 2019 (COVID-19), é responsável pela segunda pandemia deste século, segundo a Organização Mundial da Saúde. A fim de controlar o impacto do COVID-19 na saúde, social e econômico, várias formulações de vacinas foram desenvolvidas especialmente para controlar suas formas graves. No entanto, o aparecimento consecutivo de novas variantes genéticas do SARS-CoV-2 trouxe novas questões e desafios relativamente à utilização destas vacinas, uma vez que se baseiam essencialmente na glicoproteína spike da estirpe selvagem do SARS-CoV-2. O presente projeto visa avaliar se a imunização com diferentes protocolos pode modular o aparecimento de novas variantes preocupantes. Para tanto, obtivemos 239 amostras de soro de voluntários brasileiros vacinados inscritos nos protocolos de imunização CoronaVac (Sinovac), Ad26.COV2S (Janssen), AZD1222 (Oxford-AstraZeneca) e BNT162b2 (BioNTech e Pfizer) empregados pelo governo brasileiro. Avaliamos previamente os níveis de anticorpos específicos contra o domínio de ligação ao receptor (RBD) e a nucleoproteína (N) do SARS-CoV-2, bem como a magnitude da neutralização contra as linhagens wild-type (WT) e Omicron. Tais dados nos permitirão realizar ensaios de mutantes de escape baseados em policlonais com base nos grupos de vacinação. A comparação dos mutantes de escape gerados permitirá a caracterização de grupos com menor ou maior probabilidade de desenvolver variantes preocupantes após a infecção por SARS-CoV-2 e, consecutivamente, possivelmente validar todas as metodologias de vacinação como igualmente eficazes, ou suscetíveis, no controle ou desenvolvimento de novas variantes potencialmente pandêmicas do SARS-CoV-2. Assim, espera-se que o conhecimento gerado durante este projeto contribua para o desenvolvimento de um rastreamento mais eficiente de novas variantes do SARS-CoV-2 que possam ajudar agências de saúde em todo o mundo. (AU)

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