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Efeito da Nisina e Lactoferrina na viabilidade e produção de compostos sulfurados voláteis em bactérias orais e desenvolvimento de nanopartículas de quitosana como sistema de liberação sustentada para aplicação tópica oral.

Processo: 22/11768-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2023
Vigência (Término): 31 de agosto de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Karina Cogo Müller
Beneficiário:Iago Torres Cortês de Sousa
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Bactérias   Halitose   Lactoferrina   Nisina   Peptídeos catiônicos antimicrobianos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:bactérias | Halitose | Lactoferrina | nisina | Odontologia | Peptídeos catiônicos antimicrobianos | Clínica geral;

Resumo

Halitose é um termo usado para descrever a emanação de odores desagradáveis pelo ar exalado pela boca ou vias aéreas superiores. Sua maior causa está relacionada a problemas bucais, podendo afetar até 65% da população mundial. Compostos Sulfurados Voláteis (CSVs), como Sulfeto de Hidrogênio (H2S), Metil Mercaptana (CH3SH) e Dimetil Sulfeto [(CH3)2S)], produzidos principalmente pelo metabolismo de bactérias orais Gram-negativas, são os principais gases identificados em pacientes com halitose. Dada a ausência de uma terapia padrão, a busca por novos compostos, principalmente que apresentem vantagens sobre os produtos disponíveis no mercado, se faz necessária. Substâncias como a nisina e a lactoferrina têm sido investigadas pelo seu potencial antimicrobiano. Como vantagens, possuem amplo espectro de ação, baixa capacidade de indução de resistência bacteriana, além de custo relativamente acessível. Diante disso, este projeto visa investigar a ação da nisina e lactoferrina na viabilidade de bactérias orais associadas à formação inicial de biofilme e à halitose, verificar a interferência dessas substâncias na produção de CSVs in vitro, sua biocompatibilidade em células da cavidade oral humana, além de testes visando o desenvolvimento de formulações para uso tópico oral. Para isso, serão realizados ensaios para determinação de concentrações inibitórias e bactericidas mínimas, capacidade de inibição da formação de biofilmes bacterianos mono e multiespécie, quantificação de CSVs por cromatografia gasosa; ensaio de citotoxicidade em fibroblastos gengivais; além do desenvolvimento de nanopartículas de quitosana contendo um dos antimicrobianos. Com isso, espera-se que os resultados deste estudo possam reunir evidências que suportem o uso desses compostos na terapia da halitose, podendo resultar na inclusão dessas substâncias em produtos de uso oral.

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