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Presença de Poluentes Orgânicos Persistentes (BDEs, HBCD e Cl-OPFRs) em resíduos sólidos: risco de exposição e seu impacto no processo de reciclagem

Processo: 22/14797-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2023
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2027
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química
Pesquisador responsável:André Henrique Rosa
Beneficiário:Hansel David Burgos Melo
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil
Assunto(s):Contaminantes emergentes   Química ambiental   Resíduos urbanos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:contaminantes emergentes | Química Ambiental | resíduos urbanos | Retardantes de Chama | risco de exposição | Química Ambiental

Resumo

Os Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) representam um grupo de produtos químicos orgânicos sintéticos prioritários na avaliação de risco ambiental, devido ao fato de poderem causar problemas à biota e à saúde humana mesmo em baixas concentrações. Entre os POPs, os retardantes de chama bromados (BFRs), os retardantes organofosforados clorados (Cl-OPFRs) e o hexabromociclododecano (HBCD) têm sido amplamente utilizados para a produção de polímeros, devido às suas propriedades retardantes de chama para prevenir incêndios que podem colocar em risco a vida das pessoas e a própria integridade dos materiais. Essas substâncias possuem alta estabilidade no meio ambiente, sendo portanto, altamente cumulativas no processo de reutilização e reciclagem. Assim, o projeto proposto visa verificar a presença e o risco de exposição humana aos BFRs, Cl-OPFRs e HBCD em materiais poliméricos de diferentes grupos de resíduos no Brasil, para verificar se poluentes representaria um obstáculo e/ou um desafio para a implementação da Circular Economia no Brasil. Pretende-se avaliar estudar materiais poliméricos provenientes de resíduos urbanos da construção civil (placas de isopor e placas isolantes), equipamentos eletroeletrônicos, revestimentos de embalagens, materiais domésticos (como cortinas, tapetes e tapetes), além de espumas para estofados, colchões e artigos infantis, como mamadeiras, chupetas, cadeirinhas, fraldários etc. Os resultados poderão contribuir para o estabelecimento de políticas públicas quanto à destinação e regulamentação dos compostos, incluindo impactos para a economia circular, que se baseia na máxima utilização, reutilização e reciclagem de materiais no sistema produtivo.

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