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Restrição Proteica Materna gestacional e lactacional: Consequências sobre a morfofisiofisiologia das glândulas adrenais de ratos machos senis

Processo: 22/15943-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2023
Vigência (Término): 31 de março de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Luis Antonio Justulin Junior
Beneficiário:Vinícius Alexandre de Andrade Felipe
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema hipófise-suprarrenal   Envelhecimento   Esteroidogênese   Biologia do desenvolvimento
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:DOHaD | eixo hipotálamo-hipófise-adrenal | Envelhecimento | esteroidogênese | Má nutrição materna | Biologia do desenvolvimento

Resumo

Diversas condições podem acometer o ambiente intrauterino gestacional, podendo levar a problemáticas na biologia do desenvolvimento da prole, conceito atrelado à Origem Desenvolvimentista da Saúde e da Doença (DOHaD). Um dos modelos utilizados dentro desse contexto é a Restrição Proteica Materna (RPM), a qual leva a uma série de consequências negativas na prole, incluindo aumento da pressão arterial, efeitos sobre neurônios hipotalâmicos e a saciedade, desbalanço nos níveis de corticosterona e hormônios sexuais, e dados do nosso grupo demonstram que aumenta a incidência de câncer de próstata. Dessa forma, as adrenais têm papel essencial no metabolismo, regulando processos catabólicos, equilíbrio hidroeletrolítico e fatores sexuais. Portanto, o objetivo é avaliar os efeitos da RPM sobre a morfofisiologia das adrenais de ratos velhos, dia pós-natal (DPN) 540, enfatizando a esteroidogênese e o estresse celular. Para isso, serão utilizados ratos machos da linhagem Sprague Dawley divididos em 2 grupos: Ratos nascidos de mães alimentadas com dieta normoproteica (CTR, 17% de proteína) ou dieta hipoproteica (GLLP, 6% de proteína), durante gestação e lactação. No DPN 21, os animais sofreram desmame e consumiram ração normoproteica até o DPN540, no qual foram eutanasiados. As adrenais foram coletadas para realização de análises morfológicas, RT-qPCR e imunomarcação para fatores de esteroidogênese e estresse celular. Os resultados esperados são que a RPM altera os parâmetros de metabolismo de lipídeos e esteroidogênese, atrelados aos impactos sobre a morfofisiologia das adrenais, podendo levar ao estrese celular e alterações metabólicas consideráveis não só para a glândula em si, bem como em outros órgãos e sistemicamente.

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