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Nem tudo deve terminar em briga: como a cor de luz influencia o comportamento do matrinxã Brycon amazonicus?

Processo: 22/11942-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Estímulo a Vocações Científicas
Vigência (Início): 04 de janeiro de 2023
Vigência (Término): 23 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Adalberto Luis Val
Beneficiário:Caio Augusto Paula
Instituição Sede: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Brasil). Manaus , SP, Brasil
Assunto(s):Microbiologia marinha   Piscicultura   Matrinxã   Comportamento animal   Estresse   Luz   Luminosidade   Amazônia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Amazonia | comportamento | espectro | estresse | Luta | Piscicultura | Comportamento

Resumo

O matrinxã apresenta interesse para a piscicultura da Amazônia e é reconhecido por seu comportamento agressivo desde as fases iniciais de desenvolvimento, o que implica em significativas perdas, pois a quantidade de indivíduos que atingem a fase adulta torna-se reduzida. Estudos recentes têm buscado encontrar formas de controle da agressividade e do canibalismo na espécie com o objetivo de incrementar os níveis de produção e resguardar o abastecimento adequado do mercado consumidor. A luz tem sido alvo focal nessas pesquisas, pois modula as respostas do ciclo biológico e induz eventos fisiológicos que podem ajudar na melhora do comportamento na espécie. Variações na quantidade (fotoperíodo e intensidade luminosa), qualidade (espectro, radiação por diodo emissor - LED, fluorescência e incandescência), bem como suas combinações estão entre as ferramentas mais aplicadas. Resultados com o matrinxã indicam que a baixa intensidade luminosa estimula a redução dos comportamentos agressivos. Assim, o estudo terá por objetivo responder se diferentes espectros luminosos (cores) induzem a agressividade na espécie por meio da avaliação comportamental. O aluno desenvolverá um experimento, onde deverá expor indivíduos juvenis da espécie em aquários (10L), em regime de pares, dentro de estruturas fechadas acopladas de lâmpadas do tipo LED, que representarão cinco espectros luminosos (azul, verde, amarelo, vermelho e branco), mais a escuridão. Nestas estruturas os animais serão aclimatados e depois expostos diariamente a um período de 12h-luz:12h escuridão, durante 3 dias, com os respectivos espectros para os quais foram sorteados. As filmagens serão realizadas durante 10 minutos a cada dia de exposição, repetidas por oito vezes em cada espectro, utilizando câmeras que serão instaladas dentro das estruturas que estarão livres de contato com a iluminação externa. Serão avaliados os comportamentos agonísticos, por meio da análise visual dos vídeos gerados. Os comportamentos serão discriminados por escala etológica padronizada. (AU)

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