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Maturidade do hedge: causas e efeitos sobre o investimento corporativo

Processo: 22/15342-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 18 de setembro de 2023
Vigência (Término): 17 de abril de 2024
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração de Empresas
Pesquisador responsável:Rafael Felipe Schiozer
Beneficiário:Rafael Felipe Schiozer
Pesquisador Anfitrião: Emanuele Bajo
Instituição Sede: Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP). Fundação Getúlio Vargas (FGV). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Università di Bologna, Itália  
Assunto(s):Gestão de riscos   Finanças   Flexibilidade   Estresse profissional
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:colateral | estresse financeiro | Flexibilidade | Gestão de riscos | invesimento | maturidade do hedge | Finanças

Resumo

A maturidade do hedge, i.e., o quão distante no tempo as atividades de hedge se estendem, é um aspecto importante, mas pouco investigado na literatura de gestão de riscos corporativos. Nesse projeto, planejamos analisar as decisões de maturidade de hedge das firmas, e fazer uma análise empírica compreensiva. Nós desenvolvemos três hipóteses para explicar a maturidade do hedge. A hipótese de colateral argumenta que maturidades mais longas dependem da disponibilidade de recursos internos que possam ser usados como garantia em contratos derivativos. A hipótese de flexibilidade argumenta que a habilidade da firma em alterar suas operações e políticas de investimento com baixo custo causa maturidades de hedge mais curtas. A hipótese de casamento de prazos argumenta que as firmas procuram casar a maturidade do hedge com a maturidade da dívida e dos investimentos. Planejamos testar essas hipóteses usando dados coletados manualmente do setor de petróleo nos EUA. Os insights e os resultados desse primeiro projeto podem dar gerar extensões que usarão, em parte ou no todo, os dados gerados por esse primeiro projeto. Especificamente, uma dessas extensões seria examinar se uma maturidade mais longa permite às firmas manter seu nível ótimo de investimento em períodos desfavoráveis para o setor. Uma segunda extensão seria investigar se as firmas liquidam derivativos longos antes de sua maturidade contratual para evitar dificuldades financeiras e/ou para restaurar a capacidade de investimento em períodos desfavoráveis. (AU)

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