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Efeito dos componentes salivares de Aedes aegypti na sepse experimental: modulação de neutrófilos

Processo: 22/16118-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2023
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Pesquisador responsável:Anderson de Sá Nunes
Beneficiário:Júlia de Moura Bernardi
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Aedes aegypti   Imunomodulação   Neutrófilos   Saliva   Entomologia médica
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aedes aegypti | Imunomodulação | neutrófilos | saliva | sepse experimental | Entomologia Médica

Resumo

Mosquitos do gênero Aedes, em especial o Aedes aegypti, são endêmicos em diversas partes do mundo, principalmente em regiões tropicais e subtropicais. Sua presença e disseminação gera um alerta, por se tratar de um vetor de diversas arboviroses como a dengue, febre amarela, Zika e chikungunya. A transmissão dessas doenças ocorre durante a alimentação de fêmeas hematófagas do mosquito e o sucesso desse processo depende da superação das respostas hemostáticas e imunológicas do hospedeiro vertebrado, que atuam para evitar a perda de sangue e na sua proteção. Portanto, para conseguirem se alimentar, esses insetos contam com o auxílio de moléculas presentes em sua saliva, secretadas durante o repasto sanguíneo. Moléculas bioativas, com propriedades imunomoduladoras, anti-hemostáticas e anti-inflamatórias já foram identificadas nasaliva e no extrato de glândula salivar (EGS) de Ae. aegypti, e sua utilização como imunobiológicos em situações de doenças inflamatórias e autoimunes vem crescendo. Considerando o potencial imunomodulador já identificado na secreção salivar de Ae. aegypti, esse projeto propõe sua utilização na sepse, condição em que há um funcionamento inadequado e desbalanceado do sistema imune. O enfoque do projeto será na função dos neutrófilos, levando em conta seu papel na inflamação aguda e seus mecanismos efetores que podem contribuir para o agravamento de condições inflamatórias e lesões teciduais, que cursam com a imunopatogênese da sepse. Para isso, serão avaliados parâmetros da biologia dos neutrófilos in vitro, bem como a resposta in vivo, após a indução da sepse e o tratamento com EGS, em camundongos. Além disso, pretendemos realizar um fracionamento do EGS para identificar a fração responsável pelos efeitos imunomoduladores esperados.

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