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Soroprevalência de anticorpos anti-leptospira na população carcerária de uma Penitenciária Estadual em Piraquara, Paraná, Brasil

Processo: 22/15467-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2023
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Helio Langoni
Beneficiário:Bruno Bertacini
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Leptospirose   Prisões   Estudos soroepidemiológicos   Zoonoses
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Leptospira spp | leptospirose | Penitenciária | Soroprevalência | Zoonoses

Resumo

: O Brasil enfrenta uma situação complicada quanto à população carcerária. Além do grave problema de superlotação em penitenciárias, a Política Nacional para Atenção Integral à Saúde da Pessoa Privada de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) não é capaz de garantir o acesso à saúde de todo o sistema penitenciário. Como consequência desse quadro, a população prisional brasileira enfrenta uma grande variedade de afecções infecciosas, destacando-se as classificadas como Doenças Tropicais Negligenciadas. Dentre essas, encontra-se a leptospirose, zoonose causada por bactérias do gênero Leptospira, cuja clínica pleomórfica, com predomínio de casos leves, favorece a subnotificação de casos. Os roedores sinantrópicos, que podem ser encontrados em presídios, Rattus norvegicus, Rattus rattus e Mus musculus são os principais reservatórios dos sorovares patogênicos de leptospiras. Considerando a leptospirose como uma doença de importância mundial (OMS), negligenciada, endêmica no país; os fatores de vulnerabilidade de saúde da população carcerária brasileira e a falta de estudos com foco na doença nessa população, o presente estudo busca identificar a soroprevalência de anticorpos anti-Leptospira na população carcerária da Penitenciária Estadual de Piraquara, Paraná, Brasil, por meio do teste sorológico de aglutinação microscópica (SAM).

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