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Diagnóstico molecular de doenças em abelhas Apis mellifera africanizadas selecionadas para alta produtividade de mel

Processo: 22/14754-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2023
Vigência (Término): 30 de novembro de 2023
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Ricardo de Oliveira Orsi
Beneficiário:Samir Moura Kadri
Supervisor: James Douglas Ellis
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Florida, Gainesville (UF), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:20/09231-9 - Desenvolvimento de método para genotipagem a campo de Apis mellifera L. para alta produtividade de mel, BP.PD
Assunto(s):Técnicas de diagnóstico molecular   Reação em cadeia por polimerase (PCR)   Biotecnologia   Apis mellifera   Doenças dos animais
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:beekeeping | pathogens | Pcr | Biotecnologia

Resumo

As abelhas Apis mellifera são insetos que há muito tempo tem associação com humanos. No Brasil, as subespécies européias foram trazidas há dois séculos. Essas subespécies predominaram no Brasil até 1956, quando as abelhas africanas (Apis mellifera scutellata) foram introduzidas. Após este período em todo o território nacional, foram encontradas abelhas africanizadas com algumas diferenças de comportamento (higiênico), morfologia e produção. O alto comportamento higiênico em abelhas africanizadas está diretamente ligado à resistência de alguns patógenos que afetam as colônias de abelhas, porém, diversos estudos mostram que as colônias podem ser infectadas com vírus, bactérias e fungos sem sintomas clínicos. Assim, o objetivo deste projeto de pesquisa será diagnosticar colônias de abelhas africanizadas selecionadas para alta e baixa produção de mel de apicultores comerciais do Polo Cuesta, Estado de São Paulo, para bactérias, fungos e vírus: Melisococcus pluton, Paenibacillus larvae, Ascosphaera apis, Nosema apis, Nosema bombi, Nosema ceranae, Deformed Wing Virus (DWV), Black Queen Cell Virus (BQVC) e Acute Paralysis Virus (ABPV) e fazer uma correlação com os dados de produção de mel. Para isso, serão utilizadas quarenta colônias de abelhas africanizadas, 20 collônias com Alta Produção de Mel (HHP) (89±23,9 kg/colônia) e 20 colônias com Baixa Produção de Mel (LHP) (25±9,3 kg/colônia ) de 16 apiários (Projeto FAPESP 2020/09231-9); todos padronizados em relação ao manejo para produção de mel, idade da rainha e população. Doze pupas de abelhas operárias de cada colônia foram coletadas e armazenadas em freezer -80oC em recipientes plásticos atóxicos, e o DNA e o RNA serão extraídos. A PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) será realizada com todas as amostras para o diagnóstico de: Melisococcus pluton, Paenibacillus larvae, Ascosphaera apis, Nosema apis, Nosema ceranae, Nosema bombi, Deformed Wing Virus (DWV), Black Queen Cell Virus (BQVC) e Acute Paralysis Vírus (ABPV). A correlação da produção de mel e diagnóstico de doenças será analisada estatisticamente pelo teste do Qui-Quadrado. Serão considerados estatisticamente diferentes quando p<0,05. (AU)

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