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Taxonomia e Filogenia do gênero Polysiphonia sensu lato (Ceramiales, Rhodophyta) no litoral brasileiro

Processo: 21/14076-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2022
Vigência (Término): 30 de junho de 2025
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal
Pesquisador responsável:Valéria Cassano
Beneficiário:Jhullyrson Osman Ferreira de Brito
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):23/17959-0 - Estudo filogenético de Polysiphonia sensu lato, com ênfase no complexo Polysiphonia sertularioides (Ceramiales, Rhodophyta), BE.EP.DR
Assunto(s):Algas vermelhas   Filogenia   Taxonomia   Algologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Algas vermelhas | Coi-5P | Filogenia | rbcL | Taxonomia | Ficologia

Resumo

O presente projeto tem por objetivo contribuir para o conhecimento da diversidade do gênero Polysiphonia sensu lato no litoral do Brasil por meio de estudos morfológicos e moleculares, empregando-se o marcador mitocondrial de DNA barcode, COI-5P, e a comparação de sequências de DNA do gene plastidial rbcL para análises filogenéticas. Polysiphonia é o gênero mais especioso de algas vermelhas e sua taxonomia tem um histórico conflituoso. Várias propostas têm sido efetivadas dividindo Polysiphonia em diferentes gêneros, principalmente com base em dados moleculares e, primariamente, por características peculiares dos rizoides e das estruturas reprodutivas. O litoral brasileiro abriga 19 espécies e uma variedade de Polysiphonia sensu lato, que inclui os gêneros Polysiphonia sensu stricto, Carradoriella, Kapraunia, Melanothamnus, Vetebrata e Wilsonosiphonia. Entretanto, não há nenhum estudo do ponto de vista sistemático que inclua dados moleculares desses representantes, o que faz com que a diversidade do grupo possa estar subestimada e aumente a possibilidade citações equivocadas e nomes mal aplicados. Nesse contexto, abordagens taxonômicas e moleculares sobre esses organismos são indispensáveis ao conhecimento e à conservação da biodiversidade marinha. Esse estudo é pioneiro no Brasil e visa suprir uma enorme lacuna no conhecimento desse grupo no país.

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