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Análise histomorfométrica de fêmures de ratos submetidos ao uso de inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2

Processo: 22/11737-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2022
Vigência (Término): 30 de novembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Pesquisador responsável:Wilson Romero Nakagaki
Beneficiário:Janaina da Silva Bombonato
Instituição Sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Diabetes mellitus   Massa óssea   Morfometria
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:diabetes mellitus | inibidores de SGLT2 | Massa óssea | Morfometria | osso trabecular | Morfologia óssea

Resumo

O tecido ósseo é composto por células como os osteoclastos, osteoblastos e os osteócitos as quais possuem ação importante nos mecanismos de reabsorção e formação da matriz óssea e nutrição do tecido. Uma disfunção na atividade dessas células pode interferir na densidade mineral óssea e, consequentemente, na qualidade óssea, aumentando o risco de fraturas. A Diabetes Mellitus é uma doença crônica que aumenta o risco de fraturas por si só, e alguns medicamentos antidiabéticos da classe dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 (SGLT2), como canagliflozina, dapagliflozina e empagliflozina, estão sendo associados com um aumento acentuado da incidência de fraturas em diabéticos. Então, é necessário analisar os medicamentos isoladamente, sem a diabetes. O objetivo será analisar se o uso de inibidores de SGLT2 poderá aumentar a perda de massa óssea em fêmures de ratos sadios. Serão utilizados fêmures (material biológico armazenado de outro estudo) de 40 ratos machos que foram divididos aleatoriamente em grupo controle, grupo Empa, grupo Dapa e grupo Cana, os quais receberam por meio de gavagem solução salina, empagliflozina, dapagliflozina e canagliflozina, respectivamente. Após 8 semanas de tratamento, os animais foram eutanasiados. No presente projeto serão avaliadas as medidas morfométricas dos ossos, tanto em suas medidas anatômicas (comprimento, largura da diáfise, largura do fêmur proximal e largura do fêmur distal) quanto em sua arquitetura tecidual, além de contagem de células (osteoblastos e osteoclastos). Para isso, técnicas histológicas serão realizadas e será feita a histomorfometria do osso trabecular da epífise proximal (cabeça e colo) e da epífise distal (côndilos) do fêmur. A análise estatística será de acordo com a avaliação da distribuição amostral. Se for normal, serão empregados testes paramétricos (ANOVA One Way com teste a posteriori de Tukey); se anormal, será feito teste de Kruskal-Wallis.

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