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Efeitos de polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) nos níveis e atividades da ADAM10 em pacientes com demência da doença de Alzheimer em comparação com idosos cognitivamente saudáveis

Processo: 22/15314-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2022
Vigência (Término): 30 de novembro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Márcia Regina Cominetti
Beneficiário:Lucas Pelegrini Nogueira de Carvalho
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:21/01863-9 - Biologia e função de isoformas da ADAM10 para diagnóstico diferencial da Doença de Alzheimer por sensores eletroquímicos, AP.TEM
Assunto(s):Proteína ADAM10   Biomarcadores   Cognição   Demência   Doença de Alzheimer   Polimorfismo genético   Doenças neurodegenerativas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Adam10 | biomarcadores | cognição | Demência | Doença de Alzheimer | Polimorfismos | Doenças Neurodegenerativas

Resumo

A doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa gradual e progressiva caracterizada por perdas neuronais extensas e depósitos de emaranhados neurofibrilares e placas senis. A ADAM10 é a principal ±-secretase capaz de agir na via não amiloidogênica de clivagem da proteína precursora do amiloide (APP) e, portanto, evitar a formação do peptídeo ²-amiloide (A²), um dos marcos patológicos da DA. Biomarcadores que possam diagnosticar a DA em suas fases iniciais, preferencialmente em amostras que não requeiram procedimentos altamente invasivos de coleta, são alvo de muitos estudos recentes e se apresentam com um grande desafio clínico da área. Nosso grupo vem estudando biomarcadores periféricos para a DA desde 2010 com resultados que indicam que os níveis da ADAM10 estão diminuídos em plaquetas e aumentados em plasma de idosos com esta demência, comparado com idosos cognitivamente saudáveis. Um estudo longitudinal recente mostrou que níveis aumentados de ADAM10 plasmática são capazes de predizer a piora cognitiva dos participantes no follow-up do estudo, a qual foi mais pronunciada em indivíduos que possuíam escores normais no miniexame do estado mental (MEEM) na avaliação inicial, quando comparados com aqueles com escores alterados no início do estudo. Assim, a avaliação dos níveis da ADAM10 no plasma de pacientes com suspeita de declínio cognitivo, mas que ainda não atingiram tal declínio, pode permitir intervenções precoces que poderiam retardar ou mesmo prevenir a DA. Polimorfismos de nucleotídeo único do gene que codifica para a ADAM10 já foram descritos e identificados como fatores de risco para AD. Entretanto, os estudos sobre polimorfismos do gene da ADAM10 e sua influência para o risco de DA ainda são escassos. Neste sentido, os objetivos deste projeto a ser desenvolvido por um pesquisador de pós-doutorado são avaliar se existem polimorfismos do gene da ADAM10 e se tais polimorfismos influenciam em seus níveis e atividade enzimática, em pacientes com DA comparado com participantes cognitivamente saudáveis.

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