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Impacto do uso de biocombustíveis e biomassa na formação das partículas ultrafinas no sudeste do Brasil

Processo: 22/10792-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2022
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2026
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Pesquisador responsável:Maria de Fátima Andrade
Beneficiário:Alejandro Herman Delgado Peralta
Instituição Sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/18438-0 - Área Metropolitana de São Paulo: abordagem integrada mudanças climáticas e qualidade do ar, METROCLIMA MASP, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Biocombustíveis   Poluição do ar
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biocombustíveis | partículas ultrafinas | Wrf-Cmaq | Poluição do ar

Resumo

A região sudeste do Brasil é a mais desenvolvida e populosa (cerca de 89,5 milhões de habitantes) com áreas industrializadas e regiões metropolitanas em seus quatro estados (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), mas com problemas de poluição do ar. No Brasil, grande porcentagem de óbitos (71,6%) para o ano de 2019 pela poluição do ar está associado ao material particulado fino. A preocupação maior é com o alto risco pela exposição da população às partículas ultrafinas. Estas podem atingir os alvéolos e se deslocarem para outros órgãos essenciais do corpo com efeitos agudos e crônicos. Consequentemente, é importante conhecer a formação das partículas ultrafinas, sejam elas emitidas diretamente ou formadas na atmosfera (formação secundária a partir da emissão de compostos gasosos). Desta forma, esta proposta de projeto de doutorado tem o objetivo estudar os processos de formação de partículas ultrafinas e avaliar essa formação no cenário de mudança de combustível do setor rodoviário. O programa RenovaBio do governo do Brasil, com a finalidade de cumprir com os compromissos assumidos no acordo de Paris, considera ampliar a participação dos biocombustíveis para 18% na matriz energética até 2030. Em consequência, o uso de um sistema de modelagem de qualidade do ar será a principal ferramenta para avaliar o impacto do cenário atual e futuro em áreas urbanas do sudeste do Brasil.

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