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Avaliação dos efeitos neurobiológicos e comportamentais da administração intranasal de ocitocina em ratos

Processo: 22/10001-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2022
Vigência (Término): 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Neves Girardi
Beneficiário:Giuliana Mayumi Iyda
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Administração intranasal   Comportamento social   Ocitocina   Proteína Fos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:administração intranasal | Comportamento Social | déficits de sociabilidade | ocitocina | proteína Fos | Neurobiologia do Comportamento

Resumo

A ocitocina é um hormônio sintetizado no hipotálamo que atua perifericamente induzindo a contração uterina e o reflexo de ejeção do leite e, centralmente, modulando comportamentos sociais e reprodutivos. Efeitos benéficos da ocitocina intranasal têm indicado seu potencial uso clínico para inúmeros transtornos mentais que exibem déficits sociais. Entretanto, há controvérsias na literatura sobre os mecanismos de ação da administração intranasal de ocitocina. Ratos espontaneamente hipertensos (SHR) apresentam alterações comportamentais significativas, sobretudo na sociabilidade, além de reduzida produção e liberação de ocitocina central, sendo um modelo importante para testar o efeito da ocitocina exógena com potencial terapêutico em transtornos mentais. Portanto, o objetivo deste projeto é explorar o potencial da administração intranasal da ocitocina em reverter déficits sociais em SHR e seus possíveis substratos neurobiológicos. Para isso, será feita a administração intranasal aguda de ocitocina sintética seguida de teste comportamental para avaliar os efeitos desta administração na sociabilidade de ratos Wistar e SHR e, em seguida, eutanásia e extração do cérebro para avaliar a expressão da proteína fos por meio de imuno-histoquímica e do gene da ocitocina por qRT-PCR, ambos no hipotálamo, além de ensaio de ELISA para detectar as concentrações periféricas da ocitocina. Tendo em vista que alguns transtornos mentais são caracterizados por prejuízo no funcionamento social, além de déficits do sistema ocitocinérgico, similar ao que se observa em ratos SHR, os achados aqui obtidos poderão fornecer possíveis insights sobre as bases fisiológicas correlatas da ação da ocitocina no comportamento social, bem como sua possível aplicação terapêutica em transtornos que envolvem déficits sociais.

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