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Caracterização imuno-histoquímica de alterações inflamatórias em hipófise de cães com leishmaniose visceral.

Processo: 22/07046-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2022
Vigência (Término): 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Gisele Fabrino Machado
Beneficiário:Cecília de Castro Guizelini
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Neuroglia   Inflamação   Leishmaniose   Linfócitos   Neuropatologia   Hipofisite
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:células da glia | Hipofisite | Inflamação | Leishmaniose | linfócitos | Neuropatologia

Resumo

A Leishmaniose Visceral Canina (LVC) é causada pelas formas amastigotas do protozoário Leishmania infantum, encontradas no interior das células do sistema mononuclear fagocitário e disseminadas no organismo do hospedeiro, o qual pode desenvolver uma variedade de sinais clínicos devido a diversidade de tropismo do protozoário. Ocasionalmente são observados sinais clínicos neurológicos, lesões inflamatórias e complicações vasculares no sistema nervoso central (SNC) de cães infectados, cuja patogênese não é totalmente compreendida. Os órgãos circunventriculares (CVOs) são compartimentos vascularizados do SNC desprovidos de barreiras efetivas, possibilitando a comunicação entre o sangue e o líquido cefalorraquidiano, tornando-os suscetíveis à exposição de componentes presentes no sangue. A hipófise é composta pela neuro-hipófise e adeno-hipófise, envolvidas pelo círculo arterial cerebral, e classificada como um órgão endócrino responsável por controlar as funções fisiológicas metabólicas, reprodutoras e de crescimento, auxiliando na manutenção da homeostase. Sugere-se que a resposta imune no SNC, durante a LVC, ocorra por vias específicas, ao contrário dos outros tecidos, uma vez que os linfócitos T CD3+ são as principais células inflamatórias encontradas neste sistema após a ativação imune periférica. Pelo fato dos CVOs facilitarem a comunicação entre o SNC, o sangue periférico e a resposta imune periférica, o possível acometimento das regiões hipofisárias na LVC, através da ação direta do parasito ou da produção local de mediadores inflamatórios, pode contribuir para os mecanismos desencadeantes das lesões observadas no encéfalo dos animais. Este projeto tem como objetivo pesquisar as alterações histológicas na pars nervosa, pars distalis e pars intermedia da hipófise, utilizando a coloração de hematoxilina e eosina (HE), e caracterizar as células inflamatórias por imuno-histoquímica através da detecção de linfócitos T CD3+ e CD79+ em cães com LVC.

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