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A resposta ao estresse em bovinos interfere na função mitocondrial muscular e na regulação da atividade de calpastatina?

Processo: 21/10205-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2022
Vigência (Término): 31 de outubro de 2024
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal
Pesquisador responsável:Saulo da Luz e Silva
Beneficiário:Patricia Maloso Ramos
Instituição Sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Qualidade da carne   Carnes e derivados   Bos taurus indicus   Maciez   Metabolismo energético   Proteólise   Estresse em animal
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Bos taurus indicus | Calpaínas | Carne | maciez | Metabolismo energético | proteólise | Qualidade de carne

Resumo

O amaciamento da carne é resultado de uma complexa rede de eventos que têm início imediatamente após a insensibilização e sangria dos animais, período no qual ainda há oxigênio no músculo e disponível para garantir a atividade mitocondrial. As modificações intracelulares que interferem no amaciamento se relacionam com a habilidade de resposta inerente ao estresse, o que chamamos de reatividade ao estresse, que ocorre de maneira diversificada entre os animais, seja pelas suas experiências de manejo ou herança genética. Nesse contexto, é possível inferir que animais mais reativos no decorrer de sua vida reagem ao manejo com maior ímpeto. A ativação conjunta e o estímulo repetitivo do sistema simpato-adreno-medular e do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal podem determinar a manutenção de um quadro de estresse crônico e, portanto, refletidos em temperamento mais reativo. Na musculatura, os efeitos podem incluir modulação da expressão de proteínas da cadeia respiratória mitocondrial, bem como fosforilação proteica com consequente aumento da atividade inibitória da calpastatina que limita a taxa e extensão do amaciamento. O objetivo da presente proposta é compreender as relações positivas entre temperamento animal reativo, função mitocondrial e atividade da calpastatina, determinando qualidade de carne inferior quando comparada à de animais de temperamento calmo. (AU)

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